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Veja 8 empregos que teremos no futuro quando os robôs roubarem os nossos

Desde que a robótica e as tecnologias de inteligência artificial começaram a ficar avançadas ao ponto de serem capazes de substituir tarefas mais complexas realizadas por seres humanos, as pessoas passaram a ter medo dos robôs não apenas por eles poderem se rebelar contra a gente e causar o fim do mundo, mas por eles serem capazes de roubar nossos empregos e ainda realizar nossas tarefas melhor do que nós mesmos.

Alguns estudos afirmam, inclusive, que temos data de validade e já imaginam daqui a quanto tempo todos os empregos do mundo seriam assumidos por robôs. Poderemos ter máquinas jornalistas, médicos, advogados, contadores e elas vão mudar completamente a indústria como a conhecemos hoje. Em alguns lugares, como no Japão, funcionários robôs já assumem cargos anteriormente ocupados por humanos.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais

Porém, as coisas talvez não sejam assim tão assustadoras. Vale lembrar que apenas durante o século XX as máquinas substituíram muitas e muitas tarefas que nós realizávamos e a gente acabou conseguindo lidar bem com isso.

Os computadores, afinal, não roubaram todos os empregos e as máquinas não tornaram a humanidade obsoleta. Muito pelo contrário: essas novas funções acabaram gerando novos tipos de trabalhos, empregos com os quais sequer sonhávamos 10, 20 ou 30 anos antes.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais. Fizemos uma lista com alguns dos possíveis empregos do futuro, aqueles que vamos assumir após termos as nossas atividades atuais ocupadas por robôs. Confira:

1) Analista de cidades inteligentes

As cidades devem ficar cada vez mais inteligentes com o passar do tempo. As coisas vão ser feitas automaticamente e isso vai diminuir o número de pessoas envolvidas nessas atividades. A iluminação vai seu autônoma, o controle da coleta de lixo também, o fornecimento de energia elétrica e o controle do transito serão feitos por inteligências artificiais.

O analista de cidades inteligentes vai ser responsável por supervisionar o funcionamento de tudo. Como essas funções todas dependem de milhões de sensores e outros equipamentos para funcionarem direito, é ele que vai ser responsável pelo fluxo de informações, pela manutenção de tudo e pela segurança de todos dentro desses centros urbanos futurísticos.

smart city

Os sensores das cidades inteligentes precisam de cuidados humanos

2) Técnico de saúde para máquinas com inteligência artificial

Uma das áreas mais delicadas quando falamos da substituição de empregos de humanos por robôs é certamente a medicina. É muito difícil acreditar que vamos poder ser tratados por máquinas frias e sem vida. Porém, caso isso realmente acontece, não vai ser bem assim que as coisas vão funcionar.

Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA

Por trás de cada robô médico dotado de inteligência artificial e capacidades de analisar e tratar a saúde de um paciente deve haver um técnico de saúde para operar os programas e dispositivos necessários para examinar e curar pacientes com diversos tipos de enfermidades. Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA para que o doutor robótico atenda de maneira satisfatória.

medico inteligencia artificialAlguém precisa supervisionar os médicos artificiais

3) Gerente de desenvolvimento de negócios de inteligência artificial

O nome é comprido, mas a descrição é simples: dispositivos com inteligência artificial vão ficar cada vez mais comuns e numerosos no futuro próximo. Apesar desses aparelhos serem capazes de fazer muitas coisas por conta própria, uma coisa que são incapazes de fazer e vender a si mesmos. Justamente por isso é necessário um ser humano capacitado para vender essas máquinas para outras pessoas.

roboRobôs já vendem outras coisas, mas não outros robôs

4) Gerente de depósito de loja virtual

Tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você

Muitos supermercados e outras lojas no mundo, hoje, permitem que seus clientes façam compras de maneira virtual, pela internet, usando o computador ou smartphone. Muito em breve, isso vai ser possível de ser feito até com realidade virtual, como se estivéssemos de fato dentro de um mercado, entre as prateleiras, escolhendo produtos, mas sem sair do conforto de nossos lares.

Acontece que tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você. Obviamente isso é algo que já existe por aí com a popularização do e-commerce, mas a tendência é que não só isso aumente muito, mas que também englobe outras áreas de comércio que ainda são um pouco alheias do mundo digital.

mercado virtual

Na hora de comprar, é virtual, mas alguém precisa gerenciar os produtos reais

5) Conselheiro de comprometimento fitness

O aumento de facilidades e praticidades nas nossas vidas causado pelas máquinas que vão nos substituir em trabalhos mais braçais vai fazer com que nos tornemos ainda mais sedentários, piorando nossa condição de saúde, aumentando a obesidade da população e diminuindo nossa qualidade de vida.

Apesar da imensa quantidade de aplicativos e dispositivos que servem para monitorar melhor nossas atividades físicas, nada substitui um instrutor com uma função muito importante: motivas as pessoas a continuarem com seus exercícios. Certamente um conselheiro de comprometimento fitness será necessário nesse futuro.

fitness

Alguém precisa nos motivar a sair da vida sedentária

6) Detetive de dados

Esse emprego é, na verdade, a evolução de uma atividade que já existe: se hoje em dia as empresas colecionando informações sobre as pessoas para melhor oferecer produtos e serviços para elas, no futuro vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário para conhecê-lo melhor.

Vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário

Assim, o detetive de dados vai vasculhar informações de aparelhos como smart speakers – Amazon Echo, Google Home, HomePod etc. – e outros dispositivos ligados à Internet das Coisas para ajudar a melhorá-los de acordo com os gostos do usuário e, claro, usar esse conhecimento para outras coisas lucrativas.

detetive dadosSeus dados são valiosos e sempre haverá alguém interessado neles

7) Controlador de tráfego autônomo

Alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte

Talvez um dos próximos empregos que que vamos perder por causa das máquinas é o de motorista. As montadoras já trabalham a todo vapor em carros autônomos – além, também, de ônibus e caminhões – e, muito em breve, vamos pegar um Uber sem ninguém dirigindo ou ir e voltar do trabalho em nossos veículos tirando um cochilo maroto no banco de trás.

Para que isso dê certo, alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte, estejam dentro ou fora dos veículos, tenha completa segurança. Esse trabalho certamente deveria ser feito de maneira mais confiável por um ser humano como nós.

carro autonomoOs carros se viram sozinhos, mas quando algo dá errado, somos nós que vamos consertar as coisas

8) Conselheiros de bem-estar financeiro

Já existe algo parecido com isso – pessoas que são responsáveis por você não tomar decisões ruins em relação ao seu dinheiro, saber investir onde realmente vale a pena e não gastar mais do que ganha. A diferença é que, no futuro, as moedas reais podem desaparecer em favor das criptomoedas, como o Bitcoin, e aí é que o bicho vai pegar.

O problema é que todo esse conceito de criptomoeda, Bitcoin, dinheiro virtual, é bastante complexo e difícil de entender. É aí que entra o conselheiro de bem-estar financeiro, um especialista nessa área que vai ser responsável por nos esclarecer melhor a estrutura financeira digital, nos ajudar a manter controle de nossas transações e a valorizar nossa grana.

bitcoinsBitcoins são complicados e só outros humanos vão poder nos ajudar a lidar com tudo isso

Fonte:  TecMundo
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O que é o Ciclo PDCA?

 

O Ciclo PDCA se trata de uma ferramenta de gestão muito conhecida na administração geral. De forma ampla, ele visa controlar e melhorar os processos e produtos de uma forma contínua, visto que atua como um processo que não possui intervalos, nem interrupções. Uma curiosidade sobre o Ciclo PDCA é que ele também pode ser conhecido como ciclo de Deming ou ciclo de Shewhart. Isso ocorre porque em 1930, Walter Shewhart apresentou um ciclo aplicável sobre a administração da qualidade, e este era o PDCA. Entretanto, foi somente ao longo dos anos 50, através de William Edwards Deming e suas palestras no japão, que o Ciclo PDCA se tornou amplamente conhecido ao redor do mundo.

Como já expomos acima, o PDCA tem por objetivo a melhoria contínua das etapas de um processo, por isso, ele se encontra vinculado aos fundamentos da Filosofia Kaizen (cultura japonesa referente à melhoria contínua e um dos pilares da administração da qualidade). Assim como a Filosofia Kaizen, uma das finalidades do Ciclo PDCA é a celeridade e o aperfeiçoamento dos processos de uma empresa, identificando as causas de seus problemas e implementando soluções para os mesmos. É importante ressaltar também, que devido a ferramenta se fundamentar em um ciclo, todo o seu processo é formado por atividades planejadas e recorrentes, com a teoria de que ele não possui um fim pré-determinado.

As etapas do Ciclo PDCA (passo a passo)

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O ciclo PDCA tem seu início pela etapa de planejamento (Plan), nessa etapa o objetivo é focar na parte estratégica do ciclo, ou seja, no levantamento e análise das informações. Em seguida ocorre a execução (Do), onde tudo aquilo previamente planejado é executado, gerando a necessidade de avaliar a qualidade do que está sendo feito e nos levando à etapa do processo de checagem (Check). Nessa etapa temos a verificação de tudo o que foi feito, comparando o que havia sido planejado com o resultado final e com consequentes problemas e falhas que possam ter ocorrido durante o processo. Por fim, toda essa análise implica na necessidade de ação (Act) e na correção dos problemas e divergências encontradas. Segue abaixo uma análise minuciosa de cada etapa do Ciclo PDCA:

 

1 – P = (Plan / Planejamento): Primeira etapa do ciclo. Deve-se estabelecer um plano com base nas diretrizes da empresa, estabelecendo também os objetivos, os caminhos e os métodos a serem seguidos. Depois é feita a identificação e correção dos problemas encontrados, através de uma ação corretiva eficiente. Nesta parte, constam os items descritivos do problema, as questões que se pretendem responder, as predições dessas questões (palpite sobre algo) e o desenvolvimento de um plano de ação.

 

2 – D = (Do / Executar): Significa colocar o planejamento em prática, isto é, executar o plano de ação previamente elaborado na etapa de planejamento do Ciclo PDCA, de modo rigorosamente de acordo com o planejamento pré-estabelecido. No caso, com a condução do plano, as mudanças no processo e as observações sobre o mesmo, devem ser coletados também os dados para a verificação do processo na próxima etapa do ciclo;

 

3 – C = (Check / Checagem): É a terceira etapa do Ciclo PDCA. Nela deve-se avaliar o que foi feito durante a etapa de execução, fazendo comparações e identificando as diferenças entre o planejado e o que foi realizado. Devemos verificar o que foi aprendido durante a execução do plano, comparando os resultados com as predições que foram feitas na etapa de planejamento. Sendo assim, conseguimos observar se foram alcançados os objetivos ou não. (verificação dos padrões de qualidade);

 

4 – A = (Act / Ação): É a realização das ações corretivas, que visam a correção das falhas encontradas durante o processo. Após a correção ser realizada, deve-se repetir o ciclo. É nessa etapa que o ciclo reinicia dando continuidade ao processo de melhoria contínua. Resumindo, é através da análise crítica do Ciclo PDCA que se estabelece um plano de ação definitivo para implementação das atividades a serem executadas após os estudos do ciclo.

É importante lembrarmos que as mudanças implementadas pelo Ciclo PDCA possuem dois tipos a serem considerados, que são: as mudanças reversíveis e as mudanças irreversíveis. As alterações reversíveis de um processo, são as mudanças que podemos retornar ao estágio inicial, ou seja, ao seu estado de origem. São aquelas que mesmo tendo ocorrido, podem ser revertidas sem deixar nenhum vestígio no sistema ou processo, como por exemplo, alterações num determinado procedimento. Já as mudanças irreversíveis, são as alterações que uma vez implementadas nunca mais poderão ser desfeitas (o estágio anterior não pode mais ser atingido). Nós podemos citar, as alterações na estrutura organizacional de uma empresa como um exemplo de mudança irreversível.

Vantagens e cuidados na utilização do Ciclo PDCA

cuidados-ciclo-pdcaConsiderado uma das primeiras ferramentas de gestão da qualidade, o Ciclo PDCA permite de forma otimizada e contínua a análise e controle sobre os mais diversos processos existentes numa empresa. Essa ferramenta é um método amplamente aplicado para aumentar a confiabilidade e a eficiência das atividades de uma organização. Com sua metodologia de gestão baseada em quatro passos, o ciclo é considerado uma das mais simples dentre as sete ferramentas da qualidade.

Seu modelo intuitivo é realmente fácil de aplicar e traz ganhos reais para toda e qualquer empresa que fizer uso dele. No geral, devemos lembrar que o PDCA se trata de um ciclo e, portanto, deve continuamente “rodar”. Para isso acontecer, todas as suas fases devem ocorrer sem exceção, pois a omissão de uma das fases (qualquer uma) pode causar prejuízos e falhas no processo como um todo. Sendo assim, ao fazer uso do Ciclo PDCA você deve evitar tomar atitudes como: fazer sem planejar; parar após o ciclo completar uma volta; fazer e não checar; planejar, fazer, checar, mas não agir corretivamente; definir metas e não ter o pessoal preparado para executá-las ou definir metas, mas não saber os métodos para atingi-las.

Além de induzir melhoramentos e otimizar as diretrizes de controle, o Ciclo PDCA parte do pressuposto de que as coisas podem sempre melhorar além do parâmetro em que já se encontram. Por isso, deve-se sempre estar atento aos possíveis desvios e estratificações de baixa qualidade em relação ao planejamento pré-elaborado. Caso isso ocorra, a equipe que esteja aplicando o PDCA deverá agir de modo a manter o andamento do ciclo ao máximo dentro do que fora planejado, a fim de sustentar sua eficiência em relação ao melhoramento dos processos organizacionais. Vale lembrar também, que para aumentar as vantagens do ciclo, o mesmo pode ser utilizado em conjunto com as outras ferramentas da qualidade, como por exemplo, a Análise SWOT e o 5W2H.

Conclusão – Ciclo PDCA

 

Em resumo, cada vez que um problema é identificado e solucionado, o processo trabalhado pelo Ciclo PDCA passa para um novo patamar de qualidade, uma vez que os problemas que antes afligiam o processo em questão passam a ser vistos como oportunidades de melhorias sobre o mesmo. Este ciclo permite integrar as etapas de modo relativamente simples, já que sua utilização pode acontecer em qualquer processo organizacional (não necessariamente em processos de negócios). Quando se trata exclusivamente de processos de negócios, o Ciclo PDCA auxilia na integração das etapas produtivas, envolvendo gestores e colaboradores em geral, tornando eles responsáveis pela qualidade de um processo específico.
Sendo assim, conseguimos entender que essa ferramenta da qualidade proporciona, de forma qualitativa, melhorias em qualquer processo na qual seja utilizada. Podemos citar ainda que o PDCA pode ser utilizado não somente no ambiente de trabalho, mas também na sua vida pessoal. Vários autores já citaram a possibilidade de utilização do Ciclo PDCA na vida pessoal, e assim como somos treinados para gerir organizações e a extrair para elas os melhores resultados existentes, nada mais conveniente do que usarmos também os recursos da administração em nossas vidas, correto? Sendo assim, não se prenda somente aos âmbitos e aspectos profissionais que a ferramenta transparece, utilize-a em benefício próprio também.

Por fim, é importante lembrar que o processo de melhoria contínua deve sempre continuar, não precisando necessariamente ter uma conclusão. O processo de melhoria proporcionado pelo PDCA deve ter por base as ações corretivas do ciclo primário, por isso, sempre ao final de cada ciclo deve-se iniciador um novo circuito, tendo em vista uma melhoria ainda mais específica do processo e de suas etapas. Teoricamente esse é o grande segredo do sucesso do Ciclo PDCA, pois as melhorias que ocorrem a partir de outra feita anteriormente ajudam a gerar um processo de qualidade e ao mesmo tempo altamente produtivo para a empresa em si. Bom pessoal, terminamos por aqui. Comentem o que vocês acham do Ciclo PDCA e compartilhem as experiências que tiveram com essa excelente ferramenta da administração e da qualidade.

Autor: Filipe Bezerra
Referências Bibliográficas:
MARTINS, Petrônio. Administração da Produção. Saraiva, 2005. 
WERKEMA, Cristina. Métodos PDCA e DMAIC e suas ferramentas analíticas. Campus, 2012.

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Quanto dinheiro o Facebook ganha com você e como funciona

Aos 32 anos, Mark Zuckerberg é a face mais conhecida do sucesso das redes sociais. Um quarto da população do planeta é de usuários do Facebook

A maior das redes sociais, o Facebook, está faturando mais do que nunca e a razão desse sucesso não é nenhum segredo: os seus usuários.

Em apenas três meses, entre julho e setembro deste ano, a receita do Facebook foi de mais de US$ 7 bilhões (R$ 22 bilhões), segundo a própria empresa.

O valor supera o Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 40 países, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O número cada vez maior de usuários do Facebook representa novos clientes potenciais de empresas que pagam por espaços publicitários na rede social.

Segundo o portal Statista, especializado em estatíticas e bases de dados, de julho a setembro o Facebook teve 1,79 bilhão de usuários ativos – o que equivale a um quarto da população mundial.

Quanto o Facebook ganha com você?

Se o faturamento trimestral da rede social for dividido pelo número de usuários, chega-se a US$ 4,01 (R$ 12,54) – é o que cada usuário rende em média no período.

Se for feita uma projeção anual deste valor, o resultado será US$ 16,04 (R$ 50) – é o que o quanto cada um ajudou o Facebook a ganhar em 12 meses.

Houve um aumento considerável em relação ao ano passado, quando esse valor era de US$ 11,88 (R$ 37,6).

O valor sobe à medida que cresce o número de usuários do Facebook.

No entanto, o valor econômico dos usuários varia geograficamente, de acordo com o faturamento publicitário de cada região.

Segundo os balanços divulgados pelo próprio Facebook, entre julho e setembro, cada usuário dos EUA e Canadá representou US$ 15,65 de faturamento (em torno de R$ 50), enquanto na Europa o valor foi de US$ 4,72 (cerca de R$ 15).

No resto do mundo (excluindo a região Ásia-Pacífico), a média trimestral foi de US$ 1,21 (pouco mais de R$ 3) por usuário.

Publicidade bilionária

Do faturamento de US$ 7 bilhões anunciado pelo Facebook, US$ 6,82 bilhões correspondem a publicidade.

E dessa publicidade, informa o jornal britânico The Telegraph, 84% são propagandas criadas para serem vistas em telefones celulares.

Isso não acontece por acaso. Calcula-se que 90% dos usuários do Facebook acessam suas contas pelo celular.

“Tivemos outro bom trimestre”, disse Mark Zuckerberg ao divulgar os resultados da companhia.

Mas por que cada vez mais empresas anunciam no Facebook?

Porque a rede social lhes oferece a possibilidade de atingir públicos muito específicos, segmentados por idade, sexo, escolaridade, profissão e mesmo por seus passatempos.

Ao abrir uma conta na rede de Zuckerberg, o usuário dá permissão para que sua informação pessoal seja utilizada pela rede.

Tudo o que é postado permite que a rede social conheça nossos hábitos e gostos. Isso é exatamente o que se oferece aos anunciantes.

É por isso que, se você gosta de viajar, certamente vê na página muitas propagandas de companhias aéreas. Se for estudante, talvez veja mais anúncios de fabricantes de computadores.

O Facebook deveria pagar aos usuários?

O gigantesco faturamento da rede social despertou a discussão sobre se o Facebook não deveria remunerar os usuários de alguma forma. Muitos acreditam que estes mereceriam uma compensação já que sua informação pessoal é vital para a venda de publicidade na rede.

“A maior inovação do Facebook não é a rede social, mas o fato de ter convencido as pessoas a darem muita informação em troca de quase nada”, explica Tim Wu, professor de direito da Universidade Columbia, em Nova York.

“Se fossemos inteligentes, pediríamos ao Facebook que nos pagasse”, disse Wu em entrevista à revista americana The New Yorker.

No livro Bem-vindo ao Futuro – Uma Visão Humanista Sobre o Avanço da Tecnologia (Who Owns the Future?, no original em inglês), o escritor e cientista da computação americano Jaron Lanier chega a uma conclusão semelhante.

Para ele, a informação pessoal deve ser tratada com bem que merece ser remunerado.

Quando se acessa a página do Facebook, logo abaixo da barra azul onde deve-se escrever e-mail e senha, lê-se: “Sign Up” (“Cadastre-se”). E, logo abaixo, a frase: “It’s free and always will be” (“É grátis e sempre será”).

Mas os dois especialistas concordam que os usuários pagam o Facebook com a sua informação pessoal.

E é essa a moeda de troca que torna rentável o bilionário modelo de negócio do gigante das redes sociais.

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Para entender isso melhor, pense no seguinte: quando você não tem um blog, como é que você constroi relacionamento com outras pessoas? Provavelmente por meio de redes sociais como Facebook e YouTube.

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Mas você já parou para pensar que pode perder tudo isso num piscar de olhos? É verdade! Se a sua conta for suspensa, por exemplo, ou se o serviço acabar, todo o seu trabalho será perdido.

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Saiba como ter um…