Robo-Advisors-desktop

Veja 8 empregos que teremos no futuro quando os robôs roubarem os nossos

Desde que a robótica e as tecnologias de inteligência artificial começaram a ficar avançadas ao ponto de serem capazes de substituir tarefas mais complexas realizadas por seres humanos, as pessoas passaram a ter medo dos robôs não apenas por eles poderem se rebelar contra a gente e causar o fim do mundo, mas por eles serem capazes de roubar nossos empregos e ainda realizar nossas tarefas melhor do que nós mesmos.

Alguns estudos afirmam, inclusive, que temos data de validade e já imaginam daqui a quanto tempo todos os empregos do mundo seriam assumidos por robôs. Poderemos ter máquinas jornalistas, médicos, advogados, contadores e elas vão mudar completamente a indústria como a conhecemos hoje. Em alguns lugares, como no Japão, funcionários robôs já assumem cargos anteriormente ocupados por humanos.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais

Porém, as coisas talvez não sejam assim tão assustadoras. Vale lembrar que apenas durante o século XX as máquinas substituíram muitas e muitas tarefas que nós realizávamos e a gente acabou conseguindo lidar bem com isso.

Os computadores, afinal, não roubaram todos os empregos e as máquinas não tornaram a humanidade obsoleta. Muito pelo contrário: essas novas funções acabaram gerando novos tipos de trabalhos, empregos com os quais sequer sonhávamos 10, 20 ou 30 anos antes.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais. Fizemos uma lista com alguns dos possíveis empregos do futuro, aqueles que vamos assumir após termos as nossas atividades atuais ocupadas por robôs. Confira:

1) Analista de cidades inteligentes

As cidades devem ficar cada vez mais inteligentes com o passar do tempo. As coisas vão ser feitas automaticamente e isso vai diminuir o número de pessoas envolvidas nessas atividades. A iluminação vai seu autônoma, o controle da coleta de lixo também, o fornecimento de energia elétrica e o controle do transito serão feitos por inteligências artificiais.

O analista de cidades inteligentes vai ser responsável por supervisionar o funcionamento de tudo. Como essas funções todas dependem de milhões de sensores e outros equipamentos para funcionarem direito, é ele que vai ser responsável pelo fluxo de informações, pela manutenção de tudo e pela segurança de todos dentro desses centros urbanos futurísticos.

smart city

Os sensores das cidades inteligentes precisam de cuidados humanos

2) Técnico de saúde para máquinas com inteligência artificial

Uma das áreas mais delicadas quando falamos da substituição de empregos de humanos por robôs é certamente a medicina. É muito difícil acreditar que vamos poder ser tratados por máquinas frias e sem vida. Porém, caso isso realmente acontece, não vai ser bem assim que as coisas vão funcionar.

Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA

Por trás de cada robô médico dotado de inteligência artificial e capacidades de analisar e tratar a saúde de um paciente deve haver um técnico de saúde para operar os programas e dispositivos necessários para examinar e curar pacientes com diversos tipos de enfermidades. Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA para que o doutor robótico atenda de maneira satisfatória.

medico inteligencia artificialAlguém precisa supervisionar os médicos artificiais

3) Gerente de desenvolvimento de negócios de inteligência artificial

O nome é comprido, mas a descrição é simples: dispositivos com inteligência artificial vão ficar cada vez mais comuns e numerosos no futuro próximo. Apesar desses aparelhos serem capazes de fazer muitas coisas por conta própria, uma coisa que são incapazes de fazer e vender a si mesmos. Justamente por isso é necessário um ser humano capacitado para vender essas máquinas para outras pessoas.

roboRobôs já vendem outras coisas, mas não outros robôs

4) Gerente de depósito de loja virtual

Tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você

Muitos supermercados e outras lojas no mundo, hoje, permitem que seus clientes façam compras de maneira virtual, pela internet, usando o computador ou smartphone. Muito em breve, isso vai ser possível de ser feito até com realidade virtual, como se estivéssemos de fato dentro de um mercado, entre as prateleiras, escolhendo produtos, mas sem sair do conforto de nossos lares.

Acontece que tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você. Obviamente isso é algo que já existe por aí com a popularização do e-commerce, mas a tendência é que não só isso aumente muito, mas que também englobe outras áreas de comércio que ainda são um pouco alheias do mundo digital.

mercado virtual

Na hora de comprar, é virtual, mas alguém precisa gerenciar os produtos reais

5) Conselheiro de comprometimento fitness

O aumento de facilidades e praticidades nas nossas vidas causado pelas máquinas que vão nos substituir em trabalhos mais braçais vai fazer com que nos tornemos ainda mais sedentários, piorando nossa condição de saúde, aumentando a obesidade da população e diminuindo nossa qualidade de vida.

Apesar da imensa quantidade de aplicativos e dispositivos que servem para monitorar melhor nossas atividades físicas, nada substitui um instrutor com uma função muito importante: motivas as pessoas a continuarem com seus exercícios. Certamente um conselheiro de comprometimento fitness será necessário nesse futuro.

fitness

Alguém precisa nos motivar a sair da vida sedentária

6) Detetive de dados

Esse emprego é, na verdade, a evolução de uma atividade que já existe: se hoje em dia as empresas colecionando informações sobre as pessoas para melhor oferecer produtos e serviços para elas, no futuro vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário para conhecê-lo melhor.

Vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário

Assim, o detetive de dados vai vasculhar informações de aparelhos como smart speakers – Amazon Echo, Google Home, HomePod etc. – e outros dispositivos ligados à Internet das Coisas para ajudar a melhorá-los de acordo com os gostos do usuário e, claro, usar esse conhecimento para outras coisas lucrativas.

detetive dadosSeus dados são valiosos e sempre haverá alguém interessado neles

7) Controlador de tráfego autônomo

Alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte

Talvez um dos próximos empregos que que vamos perder por causa das máquinas é o de motorista. As montadoras já trabalham a todo vapor em carros autônomos – além, também, de ônibus e caminhões – e, muito em breve, vamos pegar um Uber sem ninguém dirigindo ou ir e voltar do trabalho em nossos veículos tirando um cochilo maroto no banco de trás.

Para que isso dê certo, alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte, estejam dentro ou fora dos veículos, tenha completa segurança. Esse trabalho certamente deveria ser feito de maneira mais confiável por um ser humano como nós.

carro autonomoOs carros se viram sozinhos, mas quando algo dá errado, somos nós que vamos consertar as coisas

8) Conselheiros de bem-estar financeiro

Já existe algo parecido com isso – pessoas que são responsáveis por você não tomar decisões ruins em relação ao seu dinheiro, saber investir onde realmente vale a pena e não gastar mais do que ganha. A diferença é que, no futuro, as moedas reais podem desaparecer em favor das criptomoedas, como o Bitcoin, e aí é que o bicho vai pegar.

O problema é que todo esse conceito de criptomoeda, Bitcoin, dinheiro virtual, é bastante complexo e difícil de entender. É aí que entra o conselheiro de bem-estar financeiro, um especialista nessa área que vai ser responsável por nos esclarecer melhor a estrutura financeira digital, nos ajudar a manter controle de nossas transações e a valorizar nossa grana.

bitcoinsBitcoins são complicados e só outros humanos vão poder nos ajudar a lidar com tudo isso

Fonte:  TecMundo
ciclo-pdca

O que é o Ciclo PDCA?

 

O Ciclo PDCA se trata de uma ferramenta de gestão muito conhecida na administração geral. De forma ampla, ele visa controlar e melhorar os processos e produtos de uma forma contínua, visto que atua como um processo que não possui intervalos, nem interrupções. Uma curiosidade sobre o Ciclo PDCA é que ele também pode ser conhecido como ciclo de Deming ou ciclo de Shewhart. Isso ocorre porque em 1930, Walter Shewhart apresentou um ciclo aplicável sobre a administração da qualidade, e este era o PDCA. Entretanto, foi somente ao longo dos anos 50, através de William Edwards Deming e suas palestras no japão, que o Ciclo PDCA se tornou amplamente conhecido ao redor do mundo.

Como já expomos acima, o PDCA tem por objetivo a melhoria contínua das etapas de um processo, por isso, ele se encontra vinculado aos fundamentos da Filosofia Kaizen (cultura japonesa referente à melhoria contínua e um dos pilares da administração da qualidade). Assim como a Filosofia Kaizen, uma das finalidades do Ciclo PDCA é a celeridade e o aperfeiçoamento dos processos de uma empresa, identificando as causas de seus problemas e implementando soluções para os mesmos. É importante ressaltar também, que devido a ferramenta se fundamentar em um ciclo, todo o seu processo é formado por atividades planejadas e recorrentes, com a teoria de que ele não possui um fim pré-determinado.

As etapas do Ciclo PDCA (passo a passo)

ciclo-pdca-conceito

O ciclo PDCA tem seu início pela etapa de planejamento (Plan), nessa etapa o objetivo é focar na parte estratégica do ciclo, ou seja, no levantamento e análise das informações. Em seguida ocorre a execução (Do), onde tudo aquilo previamente planejado é executado, gerando a necessidade de avaliar a qualidade do que está sendo feito e nos levando à etapa do processo de checagem (Check). Nessa etapa temos a verificação de tudo o que foi feito, comparando o que havia sido planejado com o resultado final e com consequentes problemas e falhas que possam ter ocorrido durante o processo. Por fim, toda essa análise implica na necessidade de ação (Act) e na correção dos problemas e divergências encontradas. Segue abaixo uma análise minuciosa de cada etapa do Ciclo PDCA:

 

1 – P = (Plan / Planejamento): Primeira etapa do ciclo. Deve-se estabelecer um plano com base nas diretrizes da empresa, estabelecendo também os objetivos, os caminhos e os métodos a serem seguidos. Depois é feita a identificação e correção dos problemas encontrados, através de uma ação corretiva eficiente. Nesta parte, constam os items descritivos do problema, as questões que se pretendem responder, as predições dessas questões (palpite sobre algo) e o desenvolvimento de um plano de ação.

 

2 – D = (Do / Executar): Significa colocar o planejamento em prática, isto é, executar o plano de ação previamente elaborado na etapa de planejamento do Ciclo PDCA, de modo rigorosamente de acordo com o planejamento pré-estabelecido. No caso, com a condução do plano, as mudanças no processo e as observações sobre o mesmo, devem ser coletados também os dados para a verificação do processo na próxima etapa do ciclo;

 

3 – C = (Check / Checagem): É a terceira etapa do Ciclo PDCA. Nela deve-se avaliar o que foi feito durante a etapa de execução, fazendo comparações e identificando as diferenças entre o planejado e o que foi realizado. Devemos verificar o que foi aprendido durante a execução do plano, comparando os resultados com as predições que foram feitas na etapa de planejamento. Sendo assim, conseguimos observar se foram alcançados os objetivos ou não. (verificação dos padrões de qualidade);

 

4 – A = (Act / Ação): É a realização das ações corretivas, que visam a correção das falhas encontradas durante o processo. Após a correção ser realizada, deve-se repetir o ciclo. É nessa etapa que o ciclo reinicia dando continuidade ao processo de melhoria contínua. Resumindo, é através da análise crítica do Ciclo PDCA que se estabelece um plano de ação definitivo para implementação das atividades a serem executadas após os estudos do ciclo.

É importante lembrarmos que as mudanças implementadas pelo Ciclo PDCA possuem dois tipos a serem considerados, que são: as mudanças reversíveis e as mudanças irreversíveis. As alterações reversíveis de um processo, são as mudanças que podemos retornar ao estágio inicial, ou seja, ao seu estado de origem. São aquelas que mesmo tendo ocorrido, podem ser revertidas sem deixar nenhum vestígio no sistema ou processo, como por exemplo, alterações num determinado procedimento. Já as mudanças irreversíveis, são as alterações que uma vez implementadas nunca mais poderão ser desfeitas (o estágio anterior não pode mais ser atingido). Nós podemos citar, as alterações na estrutura organizacional de uma empresa como um exemplo de mudança irreversível.

Vantagens e cuidados na utilização do Ciclo PDCA

cuidados-ciclo-pdcaConsiderado uma das primeiras ferramentas de gestão da qualidade, o Ciclo PDCA permite de forma otimizada e contínua a análise e controle sobre os mais diversos processos existentes numa empresa. Essa ferramenta é um método amplamente aplicado para aumentar a confiabilidade e a eficiência das atividades de uma organização. Com sua metodologia de gestão baseada em quatro passos, o ciclo é considerado uma das mais simples dentre as sete ferramentas da qualidade.

Seu modelo intuitivo é realmente fácil de aplicar e traz ganhos reais para toda e qualquer empresa que fizer uso dele. No geral, devemos lembrar que o PDCA se trata de um ciclo e, portanto, deve continuamente “rodar”. Para isso acontecer, todas as suas fases devem ocorrer sem exceção, pois a omissão de uma das fases (qualquer uma) pode causar prejuízos e falhas no processo como um todo. Sendo assim, ao fazer uso do Ciclo PDCA você deve evitar tomar atitudes como: fazer sem planejar; parar após o ciclo completar uma volta; fazer e não checar; planejar, fazer, checar, mas não agir corretivamente; definir metas e não ter o pessoal preparado para executá-las ou definir metas, mas não saber os métodos para atingi-las.

Além de induzir melhoramentos e otimizar as diretrizes de controle, o Ciclo PDCA parte do pressuposto de que as coisas podem sempre melhorar além do parâmetro em que já se encontram. Por isso, deve-se sempre estar atento aos possíveis desvios e estratificações de baixa qualidade em relação ao planejamento pré-elaborado. Caso isso ocorra, a equipe que esteja aplicando o PDCA deverá agir de modo a manter o andamento do ciclo ao máximo dentro do que fora planejado, a fim de sustentar sua eficiência em relação ao melhoramento dos processos organizacionais. Vale lembrar também, que para aumentar as vantagens do ciclo, o mesmo pode ser utilizado em conjunto com as outras ferramentas da qualidade, como por exemplo, a Análise SWOT e o 5W2H.

Conclusão – Ciclo PDCA

 

Em resumo, cada vez que um problema é identificado e solucionado, o processo trabalhado pelo Ciclo PDCA passa para um novo patamar de qualidade, uma vez que os problemas que antes afligiam o processo em questão passam a ser vistos como oportunidades de melhorias sobre o mesmo. Este ciclo permite integrar as etapas de modo relativamente simples, já que sua utilização pode acontecer em qualquer processo organizacional (não necessariamente em processos de negócios). Quando se trata exclusivamente de processos de negócios, o Ciclo PDCA auxilia na integração das etapas produtivas, envolvendo gestores e colaboradores em geral, tornando eles responsáveis pela qualidade de um processo específico.
Sendo assim, conseguimos entender que essa ferramenta da qualidade proporciona, de forma qualitativa, melhorias em qualquer processo na qual seja utilizada. Podemos citar ainda que o PDCA pode ser utilizado não somente no ambiente de trabalho, mas também na sua vida pessoal. Vários autores já citaram a possibilidade de utilização do Ciclo PDCA na vida pessoal, e assim como somos treinados para gerir organizações e a extrair para elas os melhores resultados existentes, nada mais conveniente do que usarmos também os recursos da administração em nossas vidas, correto? Sendo assim, não se prenda somente aos âmbitos e aspectos profissionais que a ferramenta transparece, utilize-a em benefício próprio também.

Por fim, é importante lembrar que o processo de melhoria contínua deve sempre continuar, não precisando necessariamente ter uma conclusão. O processo de melhoria proporcionado pelo PDCA deve ter por base as ações corretivas do ciclo primário, por isso, sempre ao final de cada ciclo deve-se iniciador um novo circuito, tendo em vista uma melhoria ainda mais específica do processo e de suas etapas. Teoricamente esse é o grande segredo do sucesso do Ciclo PDCA, pois as melhorias que ocorrem a partir de outra feita anteriormente ajudam a gerar um processo de qualidade e ao mesmo tempo altamente produtivo para a empresa em si. Bom pessoal, terminamos por aqui. Comentem o que vocês acham do Ciclo PDCA e compartilhem as experiências que tiveram com essa excelente ferramenta da administração e da qualidade.

Autor: Filipe Bezerra
Referências Bibliográficas:
MARTINS, Petrônio. Administração da Produção. Saraiva, 2005. 
WERKEMA, Cristina. Métodos PDCA e DMAIC e suas ferramentas analíticas. Campus, 2012.

usando-scroll-do-mouse

Você sabia que estamos usando o botão de rolagem do mouse do jeito errado

Você provavelmente está usando o botão de rolagem do mouse de maneira errada. A informação é de Jack McCauley, criador da conhecida roda. Em entrevista ao site IGN, ele explicou que o objetivo da invenção não era deslizar a tela para cima e para baixo. “Ela não é utilizada da maneira que eu pretendia que fosse usada”, declara.

McCauley conta que o objetivo era permitir que o usuário “avançasse” em um programa ou aplicativo, funcionando mais ou menos como um novo método de controle. Ele não especifica exatamente como gostaria que o recurso fosse utilizado, mas dá a entender que seria como uma espécie de zoom. Anos depois, mesmo que de outro jeito, sua criação é praticamente indispensável.

 

Esta não é a única invenção importante de McCauley. Ele também é um dos criadores do USB e projetou as guitarras do Guitar Hero.

prever-futuro-tecnologia

Sistema consegue criar vídeos prevendo o futuro

Pesquisadores do MIT desenvolveram um sistema capaz de criar vídeos prevendo o futuro. O programa usa um algoritmo de aprendizagem profunda para desenvolver imagens mostrando o que espera que aconteça em seguida.

Como funciona?

O sistema processa a cena inteira de uma vez só. “Os sistemas anteriores processavam a cena quadro a quadro, algo como um grande jogo de telefone sem fio em uma grande sala. Ao andar pela sala, a mensagem vai se desfazendo. Agora, em vez de tentar prever os quadros ao mesmo tempo, é como se estivéssemos falando com todos da sala de uma vez”, explica Carl Vondrick, um dos autores do projeto.

A tecnologia não consegue produzir mais de 1,5 segundos do “futuro” e os resultados não são exatos: o sistema não sabe se os objetos continuam na cena enquanto se movem e tende a exagerar seus tamanhos. Em testes, no entanto, ele conseguiu prever cenas como as ondas do mar e pessoas caminhando na grama.

Na prática, o sistema pode conseguir, futuramente, prever onde os pedestres e carros estão indo, ao ser incorporado a um carro autônomo, ou identificar incompatibilidades em gravações, com base nas imagens esperadas, em câmeras de segurança.

 

carros-conectados-futurecom

Carros conectados será boa ideia? Hackers conseguiram roubar um por aplicativo

Uma das preocupações com os carros conectados é a possibilidade de hackear o veículo. Para mostrar que isso não é cena de filme de ficção científica, uma equipe de hackers conseguiu localizar, desbloquear e “roubar” um Tesla Model S de um colega sem precisar da chave do carro.

Eles usaram o próprio aplicativo da montadora, que mostra para o motorista o nível de bateria, controle de temperatura e localização do carro.

Os hackers só precisaram fazer a pessoa baixar um aplicativo malicioso para ter acesso ao smartphone do motorista – no caso, foi criado um ponto de acesso de Wi-Fi gratuito perto de uma estação de carregamento da Tesla que oferecia hambúrguer de graça para proprietários que fizessem o download de um aplicativo específico.

Eles então conseguem rastrear o carro e saber quando e onde ele está estacionado. Depois, basta destravar o carro através de uma função do aplicativo e ativar o modo keyless.

O truque não é uma demonstração de uma vulnerabilidade exclusiva da Tesla, mas sim um exemplo de como dispositivos conectados à internet e ligado a um aplicativo podem ser usados nesse tipo de ataque.

Em resposta ao site International Business Time, a Tesla afirmou que o experimento “não demonstra quaisquer vulnerabilidades específicas da Tesla. Esta demonstração mostra o que a maioria das pessoas sabem intuitivamente, que se um telefone é hackeado, os aplicativos do aparelho não são mais seguros”.

20160201172954_660_420

Pesquisadores criam método que acelera carregamento de páginas da web

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, desenvolveu um método que acelera o carregamento de páginas da web em até 34% sem precisar de uma conexão mais rápida. O sistema, batizado de Polaris, ainda está em estágio de testes.

Basicamente, o que o Polaris faz é traçar um mapa de uma página da web antes de fazer o requerimento do servidor. Assim, o sistema consegue montar uma sequência de objetos a serem carregados em ordem, do mais importante ao menos importante, acelerando a navegação.

Ravi Netravali, o pesquisador responsável pelo desenvolvimento do sistema, explica o funcionamento do Polaris em outras palavras. “Um browser leva até 100 milissegundos para cruzar a rede e retornar ao usuário com um ‘pedaço’ de dados. Quantos mais complexas ficam as páginas, mais ‘viagens’ são necessárias para que o navegador traga a página completa.”

Como comparação, Ravi usa o exemplo de um empresário viajando a trabalho. “Quando você visita uma cidade, às vezes descobre que há mais cidades que precisam ser visitadas antes de ir pra casa. Se alguém tivesse te oferecido uma lista com as cidades de antemão, você poderia ter planejado um caminho mais rápido para passar por todas. Sem a lista, você tem que descobrir novas cidades ao longo da viagem, o que resulta em um ‘zigue-zague’ desnecessário entre cidades que estão muito distantes umas das outras”, disse.

O que o Polaris faz, a grosso modo, é justamente oferecer uma lista de informações ao navegador para que ele possa planejar suas “viagens” à rede, retornando com mais dados e de forma mais rápida e eficiente ao usuário. Uma navegação 34% mais rápida pode parecer pouco, mas, segundo um estudo feito pela varejista online Amazon, cada atraso de 100 milissegundos reduz os lucros da empresa em 1%.

app-busca-ajudar-cegos-em-tarefas-simples-como-saber-a-validade-do-leite

Ideia incrível de aplicativo se torna real e ajuda muitas pessoas

Já pensou em usar o smartphone para auxiliar deficientes visuais? Essa é a proposta do Be My Eyes, um app para iOS que conecta pessoas com visão perfeita a cegos de todo o mundo, de modo a ajudá-los em tarefas cotidianas. Com ele, é possível verificar a validade de uma comida ou remédio, ou saber mais sobre os arredores.

O funcionamento do app é simples, requerendo somente uma conexão à Internet de boa qualidade, seja por Wi-Fi ou 3G/4G. Isso porque a ajuda é feita via videochamada, sempre que uma pessoa cega precisa de auxílio; se você fizer parte da rede de voluntários, uma notificação chega no celular e a conexão é estabelecida, caso aceite a chamada.

A partir daí, basta descrever o que aparece na tela usando sua voz, estabelecendo também um canal de comunicação com alguém que poderá ser um novo amigo. Na prática, o app opera como o Skype, mas com uma série de facilidades de acessibilidade para os deficientes visuais e com um propósito único.

“Minha esperança é de que, ajudando uns aos outros como uma comunidade online, Be My Eyes possa fazer uma grande diferença na vida cotidiana das pessoas cegas em todo o mundo”, explica o criador do projeto, o dinamarquês Hans Jorgen Wiberg.

O Be My Eyes também concede pontos aos usuários por cada pessoa ajudada, criando um ranking que funciona como incentivo.

E você tem uma ideia incrível também? Entre em contato conosco, nós da Navore tornamos realidade.

images (21)

Você gosta e entende de um conteúdo específico, saiba como ganhar dinheiro com isso

Você já pensou em ter um blog? Tem idéia do quanto isso é importante, principalmente para seus negócios online?

É justamente sobre isso que quero falar hoje! Neste artigo eu vou te dar 10 motivos para ter o seu blog.

Se já faz tempo que você pensa em criar seu blog mas até agora ainda não fez isso, depois deste artigo você não terá mais desculpas!

10 Motivos Para Ter o Seu Blog

Aqui estão os 10 motivos para você ter o seu blog:

1. Porque é muito fácil: Você não precisa ter qualquer experiência em programação ou webdesign. Basta saber navegar na Internet.

2. Ter a sua presença na Internet: Com um blog você passa a ter o seu endereço na Internet, um local onde as pessoas podem te encontrar.

3. Construir relacionamentos: Você pode interagir com outras pessoas, trocar idéias, se relacionar.

4. Ajudar as pessoas: Ao publicar artigos com dicas, orientações e estratégias para seus leitores.

5. Expressar suas idéias: No seu blog você publica o que você pensa.

6. Conhecer pessoas com os mesmos interesses: Essas pessoas vão acabar encontrando seu blog e interagindo com você.

7. Melhorar sua habilidade de comunicação: Ao criar artigos para o seu blog você acaba se forçando a isso.

8. Trocar experiências com outras pessoas: Ao interagir com os leitores do seu blog.

9. Aprender mais: Ao fazer pesquisas para publicar conteúdos relevantes para o seu blog.

10. Ganhar dinheiro: Seu blog pode ser uma excelente ferramenta de marketing online, especialmente à medida que você conquista mais relacionamentos, credibilidade e autoridade no seu nicho de mercado.

Motivo Extra: Seu Blog é SEU!

Além dos 10 motivos descritos acima, existe um motivo extra que é muito importante: o seu blog É SEU.

Para entender isso melhor, pense no seguinte: quando você não tem um blog, como é que você constroi relacionamento com outras pessoas? Provavelmente por meio de redes sociais como Facebook e YouTube.

Você pode, por exemplo, ter uma página no Facebook com milhares de curtidas (seguidores) ou pode ter um canal no YouTube com muitos inscritos.

Mas você já parou para pensar que pode perder tudo isso num piscar de olhos? É verdade! Se a sua conta for suspensa, por exemplo, ou se o serviço acabar, todo o seu trabalho será perdido.

Isso não acontece com o seu blog, justamente porque ELE É SEU. É o SEU endereço na Internet, o SEU conteúdo.

Esse é mais um motivo muito sério para ter o seu blog.

Saiba como ter um…

Website

20 razões para sua empresa ter um site

Uma das perguntas mais comuns desde os primórdios da Web é “Por que minha empresa (ou negócio) deve ter um site?”

A equipe da Navore, pode afirmar que não existe uma resposta simples e curta.

Se você ainda não decidiu a investir no seu site profissional ou de sua empresa, a lista abaixo com certeza o ajudará a mudar de idéia. Essas sugestões servem para quase todas as áreas de trabalho, de formas diferente. Leia, analise e tire suas conclusões. Comentários serão sempre bem-vindos!

  1. Credibilidade. Um projeto para internet bem estruturado, com um bom design e uma navegação eficiente, dá credibilidade a uma empresa. Passa a imagem de profissionalismo, não importa seu tamanho e quantidade de funcionários. O consumidor atual espera que toda empresa decente tenha um site.
  2. Localização. Ser localizado é importante para todo tipo de negócio. O site facilita chegar a loja física ou escritório (quando houver), encontrar um telefone ou e-mail para tirar dúvidas, enviar sugestões ou adquirir seus produtos e/ou serviços.
  3. Informações sobre a empresa. Hoje em dia, o local de pesquisa onde se vai primeiro para obter informações de um produto, serviço ou empresa é a internet. Em um site essa informação fica disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Quanto melhor organizada estiver as informações sobre sua empresa, produtos e serviços, maiores as chances de conquistar clientes novos mais rapidamente.
  4. Ferramenta de venda. Um possível cliente pode examinar e estudar um produto e/ou serviço do conforto de sua casa a qualquer hora do dia. Alguns sites disponibilizam atendimento online para que o cliente possa esclarecer suas dúvidas, agilizando assim a venda.
  5. Respostas padrão. Se sua empresa investe muito tempo respondendo as mesmas perguntas de seus possíveis clientes, o site pode reduzir esse custo com uma página ou seção de perguntas freqüentes.
  6. Custo reduzido. O custo de registrar um domínio, ter uma conta de hospedagem e criar um site é, sem comparação, infinitamente menor do que o de montar um escritório ou uma loja física. Literalmente, na internet, pode-se abrir uma empresa do dia para o outro.
  7. Feedback dos clientes. Um site facilita que seus clientes retornem com testemunhos, sugestões, críticas ou reclamações, permitindo uma maior agilidade na hora de modificar ou criar novos produtos, resolver problemas, criar estratégias de marketing e até ajudar novos clientes na decisão de adquirir um produto e/ou serviço que sua empresa fornece.
  8. Descobrir novos mercados. Estar atento às várias informações que podem ser coletadas através de um site, pode revelar um mercado de atuação ainda inexplorado.
  9. Aproximação do mercado. Os mecanismos de busca (Google, Yahoo) são o primeiro local onde a maioria dos consumidores vai em busca de informações sobre um determinado produto e/ou serviço, como e onde adquirí-lo através de palavras-chave. Um site otimizado para esses mecanismos ajudará sua empresa a se aproximar de seu mercado ou outros novos.
  10. Descobrir uma nova forma de vender. É comum pensar que certos produtos e/ou serviços não podem ser vendidos online. Com as atuais tecnologias e ferramentas disponíveis, um site pode revelar o oposto.
  11. Anúncios. Fica mais fácil anunciar novos produtos e/ou serviços, promoções, presença em eventos de sua empresa para seus clientes no seu site. A eficácia aumenta se fizer uma campanha de e-mail marketing em conjunto. O custo é infinitamente menor do que outras mídias.
  12. Referenciação. Seus produtos e/ou serviços podem ser referenciados por seus próprios clientes para outras pessoas, sites ou blogs através de um link “recomende a um amigo” junto a cada produto ou serviços de sua empresa.
  13. Atualizações/Recalls. Algumas empresas comercializam produtos e/ou serviços que precisam ser atualizados com alguma freqüência ou precisam informar sobre uma série de produtos que necessitam reparos, como programas de computador ou carros. Um site pode disponibilizar esse tipo de informação para que o próprio cliente resolva a situação de forma mais rápida. Isso passa segurança ao cliente para adquirir novos produtos no futuro, pois ele sabe que a sua empresa não o deixará na mão.
  14. Divulgação da marca. Dentro de uma boa estratégia de marketing ou branding, o website ajuda na divulgação de uma marca, dando credibilidade extra.
  15. Concorrência. Provavelmente seus concorrentes já tem um site e isso o coloca na sua frente.
  16. Oportunidades. O site oferece a possibilidade de surgirem novas oportunidades de negócios, como clientes fora de sua cidade ou até de seu país, que provavelmente não o encontrariam de outra forma.
  17. Conhecimento do perfil dos clientes. Através de interatividade, estatísticas de visitação e outros dados recolhidos de um site é possível conhecer o perfil do seu cliente, quem visita, compra ou chega até sua empresa. Assim como no item anterior, essas informações ajudam a criação de estratégias futuras de divulgação de seu produto e/ou serviço para ampliar ou explorar novos mercados.
  18. Contato dos visitantes. Pelo site pode-se solicitar o e-mail e endereço de clientes e pessoas interessadas em seus produtos e/ou serviços e autorização para envio de newsletters (boletins informativos), catálogos etc. Montar um banco de dados com os contatos de seus clientes atuais e potenciais para o envio de informações relevantes e divulgação de novos produtos e/ou serviços é essencial.
  19. Relacionamento com os clientes. Geralmente o consumidor prefere tratar com quem ele “conhece”. O site dá a ele a oportunidade de saber mais sobre sua empresa (e talvez você mesmo), o que dá uma sensaçào de conforto e cumplicidade. Por causa disso, é mais provável que ele feche com você do que com outra empresa sobre a qual ele não sabe nada. Em alguns casos, uma foto junto com o seu perfil ou dos membros da sua equipe tornam sua empresa “real”, estimulando a aproximação.
  20. Potencial de crescimento. Segundo estatísticas recentes, cerca de 52 milhões de pessoas entram na internet semanalmente no Brasil. Desses, 50% tem entre 25 e 44 anos. No primeiro semestre de 2009, o resultado de vendas através da internet foi de R$ 4,5 bilhões. A previsão de fechamento para 2010 era de R$ 10,6 bilhões. Repare: essas estatísticas se referem somente ao Brasi! Em resumo: sem um site, você e sua empresa estão deixando de ganhar dinheiro e crescer!

Você quer um maior resultado, está planejando um novo passo em sua carreira, projeto, produto ou negócio. Nós podemos acompanhar,e ajudar nessa transição desde o começo com dicas e sugestões de estratégias online.

Utilizando uma estratégia de marketing direta, seu nome estará se tornando referência na área de comércio em consumo diferenciado, uma tendência de mercado no Brasil que ganha cada vez mais atenção.

Se você se questionou sobre o por que um profissional ou empresa deveria ter um site. Seja você um empresário ou freelancer, essa lista poderá ajudar você a se distinguir e criar o diferencial de uma marca profissional.

20160304131140_660_420

Site encontra filmes dos quais você não lembra o nome

Uma grande ideia e você tem uma grande ideia trás pra gente, nós tornamos realidade.

Sabe quando você tenta lembrar o nome de um filme, mas não consegue? Uma empresa finlandesa pode ter colocado um fim nesse problema.

A empresa Valossa desenvolveu uma inteligência artificial capaz de buscar conteúdos de vídeo através da descrição. A técnica, chamada de Deep Content, inclui transcrições, áudio, padrões visuais e basicamente qualquer tipo de dados que descrevem o conteúdo do vídeo.

A plataforma consegue identificar mais de mil qualidades de um filme a partir de qualquer fluxo de vídeo automaticamente, incluindo emoções, locais e objetos específicos. A empresa diz que a tecnologia pode ser vantajoso para provedores de conteúdo.

Quem quiser testar pode fazer pesquisas (somente em inglês) no site What Is My Movie?; ao digitar “cabeça de Gwyneth Paltrow em uma caixa”, por exemplo, a plataforma logo seleciona o filme “Se7en – Os Sete Crimes Capitais”.

Mas ainda é preciso melhorar algumas coisas. Ao digitar “Robin Williams finge ser uma mulher”, o site não lista o filme “Uma Babá Quase Perfeita”, sendo que o primeiro filme que aparece é “Amor Extremo” – e o ator nem está nesse longa.