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Veja 8 empregos que teremos no futuro quando os robôs roubarem os nossos

Desde que a robótica e as tecnologias de inteligência artificial começaram a ficar avançadas ao ponto de serem capazes de substituir tarefas mais complexas realizadas por seres humanos, as pessoas passaram a ter medo dos robôs não apenas por eles poderem se rebelar contra a gente e causar o fim do mundo, mas por eles serem capazes de roubar nossos empregos e ainda realizar nossas tarefas melhor do que nós mesmos.

Alguns estudos afirmam, inclusive, que temos data de validade e já imaginam daqui a quanto tempo todos os empregos do mundo seriam assumidos por robôs. Poderemos ter máquinas jornalistas, médicos, advogados, contadores e elas vão mudar completamente a indústria como a conhecemos hoje. Em alguns lugares, como no Japão, funcionários robôs já assumem cargos anteriormente ocupados por humanos.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais

Porém, as coisas talvez não sejam assim tão assustadoras. Vale lembrar que apenas durante o século XX as máquinas substituíram muitas e muitas tarefas que nós realizávamos e a gente acabou conseguindo lidar bem com isso.

Os computadores, afinal, não roubaram todos os empregos e as máquinas não tornaram a humanidade obsoleta. Muito pelo contrário: essas novas funções acabaram gerando novos tipos de trabalhos, empregos com os quais sequer sonhávamos 10, 20 ou 30 anos antes.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais. Fizemos uma lista com alguns dos possíveis empregos do futuro, aqueles que vamos assumir após termos as nossas atividades atuais ocupadas por robôs. Confira:

1) Analista de cidades inteligentes

As cidades devem ficar cada vez mais inteligentes com o passar do tempo. As coisas vão ser feitas automaticamente e isso vai diminuir o número de pessoas envolvidas nessas atividades. A iluminação vai seu autônoma, o controle da coleta de lixo também, o fornecimento de energia elétrica e o controle do transito serão feitos por inteligências artificiais.

O analista de cidades inteligentes vai ser responsável por supervisionar o funcionamento de tudo. Como essas funções todas dependem de milhões de sensores e outros equipamentos para funcionarem direito, é ele que vai ser responsável pelo fluxo de informações, pela manutenção de tudo e pela segurança de todos dentro desses centros urbanos futurísticos.

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Os sensores das cidades inteligentes precisam de cuidados humanos

2) Técnico de saúde para máquinas com inteligência artificial

Uma das áreas mais delicadas quando falamos da substituição de empregos de humanos por robôs é certamente a medicina. É muito difícil acreditar que vamos poder ser tratados por máquinas frias e sem vida. Porém, caso isso realmente acontece, não vai ser bem assim que as coisas vão funcionar.

Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA

Por trás de cada robô médico dotado de inteligência artificial e capacidades de analisar e tratar a saúde de um paciente deve haver um técnico de saúde para operar os programas e dispositivos necessários para examinar e curar pacientes com diversos tipos de enfermidades. Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA para que o doutor robótico atenda de maneira satisfatória.

medico inteligencia artificialAlguém precisa supervisionar os médicos artificiais

3) Gerente de desenvolvimento de negócios de inteligência artificial

O nome é comprido, mas a descrição é simples: dispositivos com inteligência artificial vão ficar cada vez mais comuns e numerosos no futuro próximo. Apesar desses aparelhos serem capazes de fazer muitas coisas por conta própria, uma coisa que são incapazes de fazer e vender a si mesmos. Justamente por isso é necessário um ser humano capacitado para vender essas máquinas para outras pessoas.

roboRobôs já vendem outras coisas, mas não outros robôs

4) Gerente de depósito de loja virtual

Tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você

Muitos supermercados e outras lojas no mundo, hoje, permitem que seus clientes façam compras de maneira virtual, pela internet, usando o computador ou smartphone. Muito em breve, isso vai ser possível de ser feito até com realidade virtual, como se estivéssemos de fato dentro de um mercado, entre as prateleiras, escolhendo produtos, mas sem sair do conforto de nossos lares.

Acontece que tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você. Obviamente isso é algo que já existe por aí com a popularização do e-commerce, mas a tendência é que não só isso aumente muito, mas que também englobe outras áreas de comércio que ainda são um pouco alheias do mundo digital.

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Na hora de comprar, é virtual, mas alguém precisa gerenciar os produtos reais

5) Conselheiro de comprometimento fitness

O aumento de facilidades e praticidades nas nossas vidas causado pelas máquinas que vão nos substituir em trabalhos mais braçais vai fazer com que nos tornemos ainda mais sedentários, piorando nossa condição de saúde, aumentando a obesidade da população e diminuindo nossa qualidade de vida.

Apesar da imensa quantidade de aplicativos e dispositivos que servem para monitorar melhor nossas atividades físicas, nada substitui um instrutor com uma função muito importante: motivas as pessoas a continuarem com seus exercícios. Certamente um conselheiro de comprometimento fitness será necessário nesse futuro.

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Alguém precisa nos motivar a sair da vida sedentária

6) Detetive de dados

Esse emprego é, na verdade, a evolução de uma atividade que já existe: se hoje em dia as empresas colecionando informações sobre as pessoas para melhor oferecer produtos e serviços para elas, no futuro vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário para conhecê-lo melhor.

Vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário

Assim, o detetive de dados vai vasculhar informações de aparelhos como smart speakers – Amazon Echo, Google Home, HomePod etc. – e outros dispositivos ligados à Internet das Coisas para ajudar a melhorá-los de acordo com os gostos do usuário e, claro, usar esse conhecimento para outras coisas lucrativas.

detetive dadosSeus dados são valiosos e sempre haverá alguém interessado neles

7) Controlador de tráfego autônomo

Alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte

Talvez um dos próximos empregos que que vamos perder por causa das máquinas é o de motorista. As montadoras já trabalham a todo vapor em carros autônomos – além, também, de ônibus e caminhões – e, muito em breve, vamos pegar um Uber sem ninguém dirigindo ou ir e voltar do trabalho em nossos veículos tirando um cochilo maroto no banco de trás.

Para que isso dê certo, alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte, estejam dentro ou fora dos veículos, tenha completa segurança. Esse trabalho certamente deveria ser feito de maneira mais confiável por um ser humano como nós.

carro autonomoOs carros se viram sozinhos, mas quando algo dá errado, somos nós que vamos consertar as coisas

8) Conselheiros de bem-estar financeiro

Já existe algo parecido com isso – pessoas que são responsáveis por você não tomar decisões ruins em relação ao seu dinheiro, saber investir onde realmente vale a pena e não gastar mais do que ganha. A diferença é que, no futuro, as moedas reais podem desaparecer em favor das criptomoedas, como o Bitcoin, e aí é que o bicho vai pegar.

O problema é que todo esse conceito de criptomoeda, Bitcoin, dinheiro virtual, é bastante complexo e difícil de entender. É aí que entra o conselheiro de bem-estar financeiro, um especialista nessa área que vai ser responsável por nos esclarecer melhor a estrutura financeira digital, nos ajudar a manter controle de nossas transações e a valorizar nossa grana.

bitcoinsBitcoins são complicados e só outros humanos vão poder nos ajudar a lidar com tudo isso

Fonte:  TecMundo
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Dicas para economizar e não cair em golpes nessa Black Friday

Falta exatamente uma semana para a maior enxurrada de descontos do ano, a Black Friday, no dia 25 de novembro. As reclamações de falsas promoções diminuíram desde o início do evento no Brasil, segundo o site Reclame Aqui, mas ainda há riscos de cair em armadilhas.

Como saber se os descontos realmente valem a pena ou são maquiados pelas empresas? Veja as dicas a seguir para não gastar dinheiro à toa.

1. Monitore o histórico de preços

Ainda é comum empresas aumentarem os preços nos dias anteriores à Black Friday, com a promessa de oferecer descontos estratosféricos na data promocional. Foi o que percebeu a publicitária Camila Piccinini, 24, que há quatro meses pesquisa preços de eletrodomésticos para sua casa nova.

Com a ajuda de sites comparadores de preços, como o Buscapé e o Bondfaro, ela monitora o histórico dos valores dos produtos, com a esperança de aproveitar a Black Friday. “Eu não fazia ideia se os preços estavam bons ou não. O problema é que, quanto mais eu controlo, mais eu vejo todas as sacanagens das empresas, com propagandas enganosas”, denuncia.

O gráfico mais assustador de Camila é o que monitora os preços de microondas nos últimos seis meses. Desde o início de novembro, os preços saltaram 30% e alcançaram um patamar nunca visto antes.

Black Friday; Buscapé

Desse jeito, Camila só vai aproveitar a Black Friday se os preços caírem proporcionalmente além do que já aumentaram. Se não, prefere esperar a promoção passar.

Monitorar esse histórico de preços, com a ajuda de sites, é fundamental para ter certeza de que os descontos valem a pena. Lembre de incluir nas comparações o valor do frete, que às vezes sobe na data do evento, como aconselha Francisco Cantão, sócio-diretor da Proxy Media, empresa organizadora da campanha Black Friday de Verdade.

2. Comece a busca de madrugada ou no início do dia

Se encontrar boas promoções logo no início do evento, a partir da meia-noite, Cantão recomenda não esperar para comprar. “Até podem existir descontos melhores ao longo do dia, mas a tendência é que as promoções mais agressivas aconteçam no início do evento”, explica.

Descontos de 20% já são relevantes para eletrodomésticos, pois a margem dos varejistas para produtos linha branca são menores. Já para móveis, roupas, alimentos e bebidas, você pode exigir descontos maiores, de 50%, como orienta Cantão.

3. Planeje as compras

É verdade que a Black Friday é uma ótima oportunidade para encontrar produtos por preços melhores, mas a compra exige um planejamento mínimo, como lembra o educador financeiro José Vignoli, do SPC Brasil. Antes de comprar por impulso, faça uma revisão das próximas faturas do cartão de crédito e avalie quanto as novas parcelas vão pesar no orçamento.

Não esqueça que o fim do ano acarreta despesas extras, como o IPVA, o IPTU e a matrícula escolar. Organize o orçamento de forma que você não fique com a corda no pescoço. “Compre só o que se adequar ao seu fluxo de caixa e o que não transforme você em um escravo das parcelas”, orienta Vignoli.

4. Pague com cartão de crédito

Ué, especialistas em finanças pessoais estão recomendando usar o cartão de crédito? É isso mesmo, pois em compras na internet, esse é o meio de pagamento mais seguro. Esqueça aquele estigma de que é inseguro digitar os dados da cartão na web, como recomenda Tom Canabarro, cofundador do Konduto, sistema que barra fraudes na internet.

Ao pagar com cartão, você poderá solicitar ao banco o estorno da transação, se tiver qualquer problema. Já se pagar com boleto bancário, não há nenhuma garantia de que receberá o dinheiro de volta. Por isso, desconfie de sites que só aceitam pagamentos por boleto bancário.

5. Copie ou fotografe as telas das etapas da compra

Se houver algum erro na compra, como a cobrança de um valor maior do que o prometido ou o não recebimento do produto, salvar as imagens das etapas da compra no site pode ajudar a comprová-la.

Guarde também os e-mails de confirmação e de prazo de entrega enviados pelo site, como sugere Diógenes Carvalho, diretor do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), mestre em direito econômico e doutor em economia comportamental.

Nessa situação de erro, tente primeiro negociar de forma amigável com a loja, como aconselha Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Se não adiantar, procure o Procon da sua cidade ou denuncie o site na Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

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Quanto dinheiro o Facebook ganha com você e como funciona

Aos 32 anos, Mark Zuckerberg é a face mais conhecida do sucesso das redes sociais. Um quarto da população do planeta é de usuários do Facebook

A maior das redes sociais, o Facebook, está faturando mais do que nunca e a razão desse sucesso não é nenhum segredo: os seus usuários.

Em apenas três meses, entre julho e setembro deste ano, a receita do Facebook foi de mais de US$ 7 bilhões (R$ 22 bilhões), segundo a própria empresa.

O valor supera o Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 40 países, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O número cada vez maior de usuários do Facebook representa novos clientes potenciais de empresas que pagam por espaços publicitários na rede social.

Segundo o portal Statista, especializado em estatíticas e bases de dados, de julho a setembro o Facebook teve 1,79 bilhão de usuários ativos – o que equivale a um quarto da população mundial.

Quanto o Facebook ganha com você?

Se o faturamento trimestral da rede social for dividido pelo número de usuários, chega-se a US$ 4,01 (R$ 12,54) – é o que cada usuário rende em média no período.

Se for feita uma projeção anual deste valor, o resultado será US$ 16,04 (R$ 50) – é o que o quanto cada um ajudou o Facebook a ganhar em 12 meses.

Houve um aumento considerável em relação ao ano passado, quando esse valor era de US$ 11,88 (R$ 37,6).

O valor sobe à medida que cresce o número de usuários do Facebook.

No entanto, o valor econômico dos usuários varia geograficamente, de acordo com o faturamento publicitário de cada região.

Segundo os balanços divulgados pelo próprio Facebook, entre julho e setembro, cada usuário dos EUA e Canadá representou US$ 15,65 de faturamento (em torno de R$ 50), enquanto na Europa o valor foi de US$ 4,72 (cerca de R$ 15).

No resto do mundo (excluindo a região Ásia-Pacífico), a média trimestral foi de US$ 1,21 (pouco mais de R$ 3) por usuário.

Publicidade bilionária

Do faturamento de US$ 7 bilhões anunciado pelo Facebook, US$ 6,82 bilhões correspondem a publicidade.

E dessa publicidade, informa o jornal britânico The Telegraph, 84% são propagandas criadas para serem vistas em telefones celulares.

Isso não acontece por acaso. Calcula-se que 90% dos usuários do Facebook acessam suas contas pelo celular.

“Tivemos outro bom trimestre”, disse Mark Zuckerberg ao divulgar os resultados da companhia.

Mas por que cada vez mais empresas anunciam no Facebook?

Porque a rede social lhes oferece a possibilidade de atingir públicos muito específicos, segmentados por idade, sexo, escolaridade, profissão e mesmo por seus passatempos.

Ao abrir uma conta na rede de Zuckerberg, o usuário dá permissão para que sua informação pessoal seja utilizada pela rede.

Tudo o que é postado permite que a rede social conheça nossos hábitos e gostos. Isso é exatamente o que se oferece aos anunciantes.

É por isso que, se você gosta de viajar, certamente vê na página muitas propagandas de companhias aéreas. Se for estudante, talvez veja mais anúncios de fabricantes de computadores.

O Facebook deveria pagar aos usuários?

O gigantesco faturamento da rede social despertou a discussão sobre se o Facebook não deveria remunerar os usuários de alguma forma. Muitos acreditam que estes mereceriam uma compensação já que sua informação pessoal é vital para a venda de publicidade na rede.

“A maior inovação do Facebook não é a rede social, mas o fato de ter convencido as pessoas a darem muita informação em troca de quase nada”, explica Tim Wu, professor de direito da Universidade Columbia, em Nova York.

“Se fossemos inteligentes, pediríamos ao Facebook que nos pagasse”, disse Wu em entrevista à revista americana The New Yorker.

No livro Bem-vindo ao Futuro – Uma Visão Humanista Sobre o Avanço da Tecnologia (Who Owns the Future?, no original em inglês), o escritor e cientista da computação americano Jaron Lanier chega a uma conclusão semelhante.

Para ele, a informação pessoal deve ser tratada com bem que merece ser remunerado.

Quando se acessa a página do Facebook, logo abaixo da barra azul onde deve-se escrever e-mail e senha, lê-se: “Sign Up” (“Cadastre-se”). E, logo abaixo, a frase: “It’s free and always will be” (“É grátis e sempre será”).

Mas os dois especialistas concordam que os usuários pagam o Facebook com a sua informação pessoal.

E é essa a moeda de troca que torna rentável o bilionário modelo de negócio do gigante das redes sociais.

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Pesquisadores criam método que acelera carregamento de páginas da web

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, desenvolveu um método que acelera o carregamento de páginas da web em até 34% sem precisar de uma conexão mais rápida. O sistema, batizado de Polaris, ainda está em estágio de testes.

Basicamente, o que o Polaris faz é traçar um mapa de uma página da web antes de fazer o requerimento do servidor. Assim, o sistema consegue montar uma sequência de objetos a serem carregados em ordem, do mais importante ao menos importante, acelerando a navegação.

Ravi Netravali, o pesquisador responsável pelo desenvolvimento do sistema, explica o funcionamento do Polaris em outras palavras. “Um browser leva até 100 milissegundos para cruzar a rede e retornar ao usuário com um ‘pedaço’ de dados. Quantos mais complexas ficam as páginas, mais ‘viagens’ são necessárias para que o navegador traga a página completa.”

Como comparação, Ravi usa o exemplo de um empresário viajando a trabalho. “Quando você visita uma cidade, às vezes descobre que há mais cidades que precisam ser visitadas antes de ir pra casa. Se alguém tivesse te oferecido uma lista com as cidades de antemão, você poderia ter planejado um caminho mais rápido para passar por todas. Sem a lista, você tem que descobrir novas cidades ao longo da viagem, o que resulta em um ‘zigue-zague’ desnecessário entre cidades que estão muito distantes umas das outras”, disse.

O que o Polaris faz, a grosso modo, é justamente oferecer uma lista de informações ao navegador para que ele possa planejar suas “viagens” à rede, retornando com mais dados e de forma mais rápida e eficiente ao usuário. Uma navegação 34% mais rápida pode parecer pouco, mas, segundo um estudo feito pela varejista online Amazon, cada atraso de 100 milissegundos reduz os lucros da empresa em 1%.

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Dez motivos para ter uma loja virtual

Loja virtual é um site que faz da internet seu canal de negociação, objetivando a venda de produtos e serviços à clientes online. Esses sites de e-commerce possibilitam que os clientes façam a visualização e a escolha de produtos, lançando-os em um carrinho de compras, onde a confirmação da compra e pagamentos são efetuados em um processo totalmente online.

Há não muitos anos uma das grandes dúvidas daqueles que empreendiam no comércio era a de onde fixar seu endereço físico e montar uma loja para receber seu público. Nos dias atuais essa dúvida não diz mais respeito apenas ao logradouro, abraçando também o meio digital.

Uma pesquisa rápida no Google facilmente comprova o crescimento do comércio eletrônico no Brasil e no mundo. Contudo, isso não significa que lojas físicas estão condenadas. Muitos também são os que dizem que, assim como as barreiras entre o mundo online e o offline diminuem, lojas virtuais e físicas de uma mesma empresa passem a coexistir de forma complementar, visto que nada substitui a experiência do produto “ao vivo”.

Com tantos fatores a serem analisados, na sequência trazemos algumas das nossas opiniões sobre esse caso, em tópicos, para somar aos seus conhecimentos e ajudar você a chegar uma conclusão mais satisfatória:

1) Horário de atendimento
Começamos pela questão do horário de atendimento. Neste quesito não restam dúvidas: lojas virtuais levam vantagem por funcionarem 24 horas por dia, 7 dias por semana. Basta que seu cliente possua acesso à internet e seu site esteja funcionando corretamente, sem problemas com a hospedagem.

2) Custos de um endereço físico e virtual
Investir numa loja virtual pode ser tão custoso quanto numa loja física. Na física, paga o aluguel do espaço; na virtual, paga a hospedagem (mensal) e o domínio (anual). Na física, paga um arquiteto, vitrinista, pintor e outros profissionais especializados; na virtual, uma agência que conte com programadores, web designers e também outros profissionais especializados.

Contudo, partindo da ideia de que “você recebe por aquilo que pagou”, proporcionalmente é muito mais barato ter uma loja virtual atraente e totalmente funcional. Depende de você encontrar a empresa certa para fazer esse trabalho.

3) Área de atuação e abrangência
Mais um quesito no qual lojas virtuais levam vantagem. Abertas a toda a internet, qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, pode conhecer sua loja e seus produtos sem ter que se deslocar. Claro, sua logística entra em questão também. Há e-commerces que vendem para todo o mundo e outros que mantém suas atividades numa só cidade ou região. Todavia, caso você decida expandir suas atividades, você não precisa abrir um novo endereço, num novo bairro, cidade ou país.

4) Acessibilidade e experiência do consumidor
Pesquisas indicam que cada vez mais ações de marketing devem ser orientadas muito mais à experiência do consumidor do que guiadas por algum diferencial físico ou preços. Uma das coisas que possui relação direta com isso é a acessibilidade. Seja no online ou offline, essa é uma palavra-chave e que faz toda a diferença no processo de decisão de compra. Acessibilidade de uma loja física significa ter um ambiente agradável, com fácil acesso, produtos dispostos de uma maneira atraente… Tudo estrategicamente arquitetado para potencializar a experiência de comprar na sua loja.

O mesmo vale para seu site. Já percebeu o quanto sites com um bom layout e diagramação transmitem mais credibilidade mesmo que você não saiba se ele tem certificado de segurança? Você também vai querer ter certeza de que todas as informações sobre o produto estarão dispostas com uma boa leitura, além de fotos, vídeos e outros materiais que sirvam de apoio para que a pessoa não tenha dúvidas de que aquele produto é, realmente, uma boa escolha para ela.

5) Atendimento e suporte
A internet encurta distâncias, mas nada substitui o contato humano. Sem dúvida, muitos que deixam as lojas virtuais para comprar em lojas físicas o fazem em virtude do atendimento que pode ser prestado presencialmente. Apesar disso, o comércio eletrônico vem crescentemente mostrando sua faceta humanizada através de plataformas de atendimento cada vez mais personalizadas. Seja via e-mail, bate-papo ou conferências, cresce também o número de sites que disponibiliza atendentes capazes de fazer recomendações acerca dos produtos, além de se apresentarem com um nome, protocolo de atendimento, entre outros itens que dão mais segurança ao cliente.

6) Comunicação e promoção
Assim como não basta abrir as portas do seu estabelecimento e esperar que seus clientes entrem num passe de mágica, não basta abrir um site e apenas esperar que os cifrões apareçam. É preciso levar o nome da sua loja e que você oferece ao seu público. Para isso, a internet reserva métodos bastante vantajosos para pequenos e grandes anunciantes.

7) Tendências e futuro
É bem sabido que o comércio eletrônico veio para ficar. Pode ser que a forma como o conhecemos hoje mude, mas o conceito de adquirir bens e serviços através de meios digitais certamente perdurará e continuará evoluindo. O Brasil é um dos países que, de forma acelerada, tem se tornado cada vez mais consciente acerca do seu potencial no e-commerce e possui algumas das lojas virtuais mais notáveis da América Latina. Para “concluir” essa leitura, recomendamos que você também confira outra publicação que fizemos a respeito das previsões e tendências para o e-commerce brasileiro nos próximos anos:

Comércio eletrônico brasileiro cresceu 250% em 5 anos

8)Maior alcance de consumidores
Com a loja virtual, a sua empresa estará acessível para qualquer pessoa, de qualquer lugar do planeta, que pode vir a ser seu cliente e melhor, recomendá-lo aos seus contatos. Além disso, é uma grande oportunidade para inserir o produto no mercado exterior. Ampliando assim os potenciais compradores do seu produto.

9) Comodidade
Com a rotina cada vez mais agitada, as pessoas buscam mais praticidade na hora de fazer as suas compras. Se você já possui uma loja física, pondere empreender seus esforços também em uma loja virtual. Comprar pela internet em uma loja que o consumidor já conhece no estabelecimento comercial, aumenta ainda mais a confiança para realizar a compra. Além disso, a comodidade de comprar, pagar e receber sem sair de casa é muito vantajosa se comparada à ida até o estabelecimento.

10)Valorização da marca
Manter um e-commerce, mesmo que pequeno, mostra que sua marca está ligada às tendências do mercado, alerta às oportunidades e pronta para ser cada vez mais competitiva, ou seja, valoriza tudo o que diz respeito ao seu negócio, do produto à marca passando até mesmo pelos diretores e gerentes do negócio.

Números do comércio eletrônico

e-bit, desde 1999, realiza pesquisas sobre hábitos e tendências do comércio eletrônico no Brasil, os números apontam que o consumidor está interessado nas facilidades que o varejo eletrônico oferece. De acordo com a pesquisa trimestral de intenção de compra no varejo, realizada pelo PROVAR, em parceria com a e-bit, 53,8% dos consumidores pretendem comprar no mundo offline no período de Julho a Setembro desse ano. Ao mesmo tempo, 86,7% pretendem comprar online no mesmo espaço de tempo. Ou seja, o comércio eletrônico ganhou espaço onde o varejo físico perdeu. Veja abaixo um demonstrativo do faturamento do comércio eletrônico no Brasil:

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Neste ano, o faturamento do setor deve ultrapassar a marca de 22 bilhões de reais. Se a estimativa se confirmar, a área vai experimentar um crescimento de 20% em relação às vendas do ano passado, muito superior ao tímido desempenho esperado do restante da economia nacional: 1,5%. O e-commerce nacional pode registrar outro recorde neste ano: 40 milhões de brasileiros (metade dos usuários de internet no país) devem fazer ao menos uma compra em uma das 30.000 lojas on-line existentes.

 

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Site encontra filmes dos quais você não lembra o nome

Uma grande ideia e você tem uma grande ideia trás pra gente, nós tornamos realidade.

Sabe quando você tenta lembrar o nome de um filme, mas não consegue? Uma empresa finlandesa pode ter colocado um fim nesse problema.

A empresa Valossa desenvolveu uma inteligência artificial capaz de buscar conteúdos de vídeo através da descrição. A técnica, chamada de Deep Content, inclui transcrições, áudio, padrões visuais e basicamente qualquer tipo de dados que descrevem o conteúdo do vídeo.

A plataforma consegue identificar mais de mil qualidades de um filme a partir de qualquer fluxo de vídeo automaticamente, incluindo emoções, locais e objetos específicos. A empresa diz que a tecnologia pode ser vantajoso para provedores de conteúdo.

Quem quiser testar pode fazer pesquisas (somente em inglês) no site What Is My Movie?; ao digitar “cabeça de Gwyneth Paltrow em uma caixa”, por exemplo, a plataforma logo seleciona o filme “Se7en – Os Sete Crimes Capitais”.

Mas ainda é preciso melhorar algumas coisas. Ao digitar “Robin Williams finge ser uma mulher”, o site não lista o filme “Uma Babá Quase Perfeita”, sendo que o primeiro filme que aparece é “Amor Extremo” – e o ator nem está nesse longa.