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Veja 8 empregos que teremos no futuro quando os robôs roubarem os nossos

Desde que a robótica e as tecnologias de inteligência artificial começaram a ficar avançadas ao ponto de serem capazes de substituir tarefas mais complexas realizadas por seres humanos, as pessoas passaram a ter medo dos robôs não apenas por eles poderem se rebelar contra a gente e causar o fim do mundo, mas por eles serem capazes de roubar nossos empregos e ainda realizar nossas tarefas melhor do que nós mesmos.

Alguns estudos afirmam, inclusive, que temos data de validade e já imaginam daqui a quanto tempo todos os empregos do mundo seriam assumidos por robôs. Poderemos ter máquinas jornalistas, médicos, advogados, contadores e elas vão mudar completamente a indústria como a conhecemos hoje. Em alguns lugares, como no Japão, funcionários robôs já assumem cargos anteriormente ocupados por humanos.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais

Porém, as coisas talvez não sejam assim tão assustadoras. Vale lembrar que apenas durante o século XX as máquinas substituíram muitas e muitas tarefas que nós realizávamos e a gente acabou conseguindo lidar bem com isso.

Os computadores, afinal, não roubaram todos os empregos e as máquinas não tornaram a humanidade obsoleta. Muito pelo contrário: essas novas funções acabaram gerando novos tipos de trabalhos, empregos com os quais sequer sonhávamos 10, 20 ou 30 anos antes.

Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais. Fizemos uma lista com alguns dos possíveis empregos do futuro, aqueles que vamos assumir após termos as nossas atividades atuais ocupadas por robôs. Confira:

1) Analista de cidades inteligentes

As cidades devem ficar cada vez mais inteligentes com o passar do tempo. As coisas vão ser feitas automaticamente e isso vai diminuir o número de pessoas envolvidas nessas atividades. A iluminação vai seu autônoma, o controle da coleta de lixo também, o fornecimento de energia elétrica e o controle do transito serão feitos por inteligências artificiais.

O analista de cidades inteligentes vai ser responsável por supervisionar o funcionamento de tudo. Como essas funções todas dependem de milhões de sensores e outros equipamentos para funcionarem direito, é ele que vai ser responsável pelo fluxo de informações, pela manutenção de tudo e pela segurança de todos dentro desses centros urbanos futurísticos.

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Os sensores das cidades inteligentes precisam de cuidados humanos

2) Técnico de saúde para máquinas com inteligência artificial

Uma das áreas mais delicadas quando falamos da substituição de empregos de humanos por robôs é certamente a medicina. É muito difícil acreditar que vamos poder ser tratados por máquinas frias e sem vida. Porém, caso isso realmente acontece, não vai ser bem assim que as coisas vão funcionar.

Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA

Por trás de cada robô médico dotado de inteligência artificial e capacidades de analisar e tratar a saúde de um paciente deve haver um técnico de saúde para operar os programas e dispositivos necessários para examinar e curar pacientes com diversos tipos de enfermidades. Esse profissional não vai precisar ser um médico formado, mas sim alguém com conhecimento técnico em robótica e IA para que o doutor robótico atenda de maneira satisfatória.

medico inteligencia artificialAlguém precisa supervisionar os médicos artificiais

3) Gerente de desenvolvimento de negócios de inteligência artificial

O nome é comprido, mas a descrição é simples: dispositivos com inteligência artificial vão ficar cada vez mais comuns e numerosos no futuro próximo. Apesar desses aparelhos serem capazes de fazer muitas coisas por conta própria, uma coisa que são incapazes de fazer e vender a si mesmos. Justamente por isso é necessário um ser humano capacitado para vender essas máquinas para outras pessoas.

roboRobôs já vendem outras coisas, mas não outros robôs

4) Gerente de depósito de loja virtual

Tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você

Muitos supermercados e outras lojas no mundo, hoje, permitem que seus clientes façam compras de maneira virtual, pela internet, usando o computador ou smartphone. Muito em breve, isso vai ser possível de ser feito até com realidade virtual, como se estivéssemos de fato dentro de um mercado, entre as prateleiras, escolhendo produtos, mas sem sair do conforto de nossos lares.

Acontece que tudo aquilo que você comprar vai precisar ser separado e ordenado para que seja devidamente entregue em você. Obviamente isso é algo que já existe por aí com a popularização do e-commerce, mas a tendência é que não só isso aumente muito, mas que também englobe outras áreas de comércio que ainda são um pouco alheias do mundo digital.

mercado virtual

Na hora de comprar, é virtual, mas alguém precisa gerenciar os produtos reais

5) Conselheiro de comprometimento fitness

O aumento de facilidades e praticidades nas nossas vidas causado pelas máquinas que vão nos substituir em trabalhos mais braçais vai fazer com que nos tornemos ainda mais sedentários, piorando nossa condição de saúde, aumentando a obesidade da população e diminuindo nossa qualidade de vida.

Apesar da imensa quantidade de aplicativos e dispositivos que servem para monitorar melhor nossas atividades físicas, nada substitui um instrutor com uma função muito importante: motivas as pessoas a continuarem com seus exercícios. Certamente um conselheiro de comprometimento fitness será necessário nesse futuro.

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Alguém precisa nos motivar a sair da vida sedentária

6) Detetive de dados

Esse emprego é, na verdade, a evolução de uma atividade que já existe: se hoje em dia as empresas colecionando informações sobre as pessoas para melhor oferecer produtos e serviços para elas, no futuro vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário para conhecê-lo melhor.

Vai ser necessário alguém que processe as informações contidas nos dispositivos pessoais de um usuário

Assim, o detetive de dados vai vasculhar informações de aparelhos como smart speakers – Amazon Echo, Google Home, HomePod etc. – e outros dispositivos ligados à Internet das Coisas para ajudar a melhorá-los de acordo com os gostos do usuário e, claro, usar esse conhecimento para outras coisas lucrativas.

detetive dadosSeus dados são valiosos e sempre haverá alguém interessado neles

7) Controlador de tráfego autônomo

Alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte

Talvez um dos próximos empregos que que vamos perder por causa das máquinas é o de motorista. As montadoras já trabalham a todo vapor em carros autônomos – além, também, de ônibus e caminhões – e, muito em breve, vamos pegar um Uber sem ninguém dirigindo ou ir e voltar do trabalho em nossos veículos tirando um cochilo maroto no banco de trás.

Para que isso dê certo, alguém precisa estar por trás da organização do fluxo do trânsito para que todos saiam ilesos das viagens e para que todas as pessoas envolvidas no transporte, estejam dentro ou fora dos veículos, tenha completa segurança. Esse trabalho certamente deveria ser feito de maneira mais confiável por um ser humano como nós.

carro autonomoOs carros se viram sozinhos, mas quando algo dá errado, somos nós que vamos consertar as coisas

8) Conselheiros de bem-estar financeiro

Já existe algo parecido com isso – pessoas que são responsáveis por você não tomar decisões ruins em relação ao seu dinheiro, saber investir onde realmente vale a pena e não gastar mais do que ganha. A diferença é que, no futuro, as moedas reais podem desaparecer em favor das criptomoedas, como o Bitcoin, e aí é que o bicho vai pegar.

O problema é que todo esse conceito de criptomoeda, Bitcoin, dinheiro virtual, é bastante complexo e difícil de entender. É aí que entra o conselheiro de bem-estar financeiro, um especialista nessa área que vai ser responsável por nos esclarecer melhor a estrutura financeira digital, nos ajudar a manter controle de nossas transações e a valorizar nossa grana.

bitcoinsBitcoins são complicados e só outros humanos vão poder nos ajudar a lidar com tudo isso

Fonte:  TecMundo
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Você sabia que estamos usando o botão de rolagem do mouse do jeito errado

Você provavelmente está usando o botão de rolagem do mouse de maneira errada. A informação é de Jack McCauley, criador da conhecida roda. Em entrevista ao site IGN, ele explicou que o objetivo da invenção não era deslizar a tela para cima e para baixo. “Ela não é utilizada da maneira que eu pretendia que fosse usada”, declara.

McCauley conta que o objetivo era permitir que o usuário “avançasse” em um programa ou aplicativo, funcionando mais ou menos como um novo método de controle. Ele não especifica exatamente como gostaria que o recurso fosse utilizado, mas dá a entender que seria como uma espécie de zoom. Anos depois, mesmo que de outro jeito, sua criação é praticamente indispensável.

 

Esta não é a única invenção importante de McCauley. Ele também é um dos criadores do USB e projetou as guitarras do Guitar Hero.

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Sistema consegue criar vídeos prevendo o futuro

Pesquisadores do MIT desenvolveram um sistema capaz de criar vídeos prevendo o futuro. O programa usa um algoritmo de aprendizagem profunda para desenvolver imagens mostrando o que espera que aconteça em seguida.

Como funciona?

O sistema processa a cena inteira de uma vez só. “Os sistemas anteriores processavam a cena quadro a quadro, algo como um grande jogo de telefone sem fio em uma grande sala. Ao andar pela sala, a mensagem vai se desfazendo. Agora, em vez de tentar prever os quadros ao mesmo tempo, é como se estivéssemos falando com todos da sala de uma vez”, explica Carl Vondrick, um dos autores do projeto.

A tecnologia não consegue produzir mais de 1,5 segundos do “futuro” e os resultados não são exatos: o sistema não sabe se os objetos continuam na cena enquanto se movem e tende a exagerar seus tamanhos. Em testes, no entanto, ele conseguiu prever cenas como as ondas do mar e pessoas caminhando na grama.

Na prática, o sistema pode conseguir, futuramente, prever onde os pedestres e carros estão indo, ao ser incorporado a um carro autônomo, ou identificar incompatibilidades em gravações, com base nas imagens esperadas, em câmeras de segurança.

 

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Carros conectados será boa ideia? Hackers conseguiram roubar um por aplicativo

Uma das preocupações com os carros conectados é a possibilidade de hackear o veículo. Para mostrar que isso não é cena de filme de ficção científica, uma equipe de hackers conseguiu localizar, desbloquear e “roubar” um Tesla Model S de um colega sem precisar da chave do carro.

Eles usaram o próprio aplicativo da montadora, que mostra para o motorista o nível de bateria, controle de temperatura e localização do carro.

Os hackers só precisaram fazer a pessoa baixar um aplicativo malicioso para ter acesso ao smartphone do motorista – no caso, foi criado um ponto de acesso de Wi-Fi gratuito perto de uma estação de carregamento da Tesla que oferecia hambúrguer de graça para proprietários que fizessem o download de um aplicativo específico.

Eles então conseguem rastrear o carro e saber quando e onde ele está estacionado. Depois, basta destravar o carro através de uma função do aplicativo e ativar o modo keyless.

O truque não é uma demonstração de uma vulnerabilidade exclusiva da Tesla, mas sim um exemplo de como dispositivos conectados à internet e ligado a um aplicativo podem ser usados nesse tipo de ataque.

Em resposta ao site International Business Time, a Tesla afirmou que o experimento “não demonstra quaisquer vulnerabilidades específicas da Tesla. Esta demonstração mostra o que a maioria das pessoas sabem intuitivamente, que se um telefone é hackeado, os aplicativos do aparelho não são mais seguros”.

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Vírus que causou problemas na Europa chega ao Brasil, saiba como se proteger

O uso de ransomwares está cada vez mais na moda no mundo dos cibercriminosos. Prova disso é que o temido Crypt888, vírus que causou bastante problema na Europa, principalmente na Itália e na República Tcheca, já chegou ao Brasil e está deixando muita gente preocupada.

Como de praxe, o arquivo malicioso infecta o computador da vítima criptografando todo o conteúdo gravado no HD. Para liberar o acesso aos dados, o criminoso cobra uma espécie de “resgate” que, no caso desse golpe em específico, custa R$ 2 mil.

Tudo é pago por bitcoin, moeda criptografada que não é facilmente rastreável. Se você não sabe como fazer isso, não tem problema. Os próprios invasores explicam passo a passo como comprar o dinheiro virtual e transferi-lo para a carteira virtual indicada.

A peculiaridade desse golpe em relação aos outros é que ele traz o aviso de que o computador foi infectado e as instruções de pagamento em português. Um indício de que hackers brasileiros mal-intencionados tenham copiado o esquema dos criminosos estrangeiros.

Como se proteger

Se você já foi infectado, é bastante provável que não haja muita coisa a ser feita, já que descriptografar um arquivo por conta própria não é a tarefa mais simples. O pagamento aos hackers também pode não adiantar em nada, já que eles poderiam praticar extorsão e pedir ainda mais dinheiro após o primeiro depósito.

Contudo, se você está apenas preocupado em não ser invadido, boas dicas são evitar clicar em links suspeitos enviados nas redes sociais e e-mails e baixar arquivos de sites desconhecidos. Manter os programas de proteção do computador atualizados também é essencial.

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Quanto dinheiro o Facebook ganha com você e como funciona

Aos 32 anos, Mark Zuckerberg é a face mais conhecida do sucesso das redes sociais. Um quarto da população do planeta é de usuários do Facebook

A maior das redes sociais, o Facebook, está faturando mais do que nunca e a razão desse sucesso não é nenhum segredo: os seus usuários.

Em apenas três meses, entre julho e setembro deste ano, a receita do Facebook foi de mais de US$ 7 bilhões (R$ 22 bilhões), segundo a própria empresa.

O valor supera o Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 40 países, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O número cada vez maior de usuários do Facebook representa novos clientes potenciais de empresas que pagam por espaços publicitários na rede social.

Segundo o portal Statista, especializado em estatíticas e bases de dados, de julho a setembro o Facebook teve 1,79 bilhão de usuários ativos – o que equivale a um quarto da população mundial.

Quanto o Facebook ganha com você?

Se o faturamento trimestral da rede social for dividido pelo número de usuários, chega-se a US$ 4,01 (R$ 12,54) – é o que cada usuário rende em média no período.

Se for feita uma projeção anual deste valor, o resultado será US$ 16,04 (R$ 50) – é o que o quanto cada um ajudou o Facebook a ganhar em 12 meses.

Houve um aumento considerável em relação ao ano passado, quando esse valor era de US$ 11,88 (R$ 37,6).

O valor sobe à medida que cresce o número de usuários do Facebook.

No entanto, o valor econômico dos usuários varia geograficamente, de acordo com o faturamento publicitário de cada região.

Segundo os balanços divulgados pelo próprio Facebook, entre julho e setembro, cada usuário dos EUA e Canadá representou US$ 15,65 de faturamento (em torno de R$ 50), enquanto na Europa o valor foi de US$ 4,72 (cerca de R$ 15).

No resto do mundo (excluindo a região Ásia-Pacífico), a média trimestral foi de US$ 1,21 (pouco mais de R$ 3) por usuário.

Publicidade bilionária

Do faturamento de US$ 7 bilhões anunciado pelo Facebook, US$ 6,82 bilhões correspondem a publicidade.

E dessa publicidade, informa o jornal britânico The Telegraph, 84% são propagandas criadas para serem vistas em telefones celulares.

Isso não acontece por acaso. Calcula-se que 90% dos usuários do Facebook acessam suas contas pelo celular.

“Tivemos outro bom trimestre”, disse Mark Zuckerberg ao divulgar os resultados da companhia.

Mas por que cada vez mais empresas anunciam no Facebook?

Porque a rede social lhes oferece a possibilidade de atingir públicos muito específicos, segmentados por idade, sexo, escolaridade, profissão e mesmo por seus passatempos.

Ao abrir uma conta na rede de Zuckerberg, o usuário dá permissão para que sua informação pessoal seja utilizada pela rede.

Tudo o que é postado permite que a rede social conheça nossos hábitos e gostos. Isso é exatamente o que se oferece aos anunciantes.

É por isso que, se você gosta de viajar, certamente vê na página muitas propagandas de companhias aéreas. Se for estudante, talvez veja mais anúncios de fabricantes de computadores.

O Facebook deveria pagar aos usuários?

O gigantesco faturamento da rede social despertou a discussão sobre se o Facebook não deveria remunerar os usuários de alguma forma. Muitos acreditam que estes mereceriam uma compensação já que sua informação pessoal é vital para a venda de publicidade na rede.

“A maior inovação do Facebook não é a rede social, mas o fato de ter convencido as pessoas a darem muita informação em troca de quase nada”, explica Tim Wu, professor de direito da Universidade Columbia, em Nova York.

“Se fossemos inteligentes, pediríamos ao Facebook que nos pagasse”, disse Wu em entrevista à revista americana The New Yorker.

No livro Bem-vindo ao Futuro – Uma Visão Humanista Sobre o Avanço da Tecnologia (Who Owns the Future?, no original em inglês), o escritor e cientista da computação americano Jaron Lanier chega a uma conclusão semelhante.

Para ele, a informação pessoal deve ser tratada com bem que merece ser remunerado.

Quando se acessa a página do Facebook, logo abaixo da barra azul onde deve-se escrever e-mail e senha, lê-se: “Sign Up” (“Cadastre-se”). E, logo abaixo, a frase: “It’s free and always will be” (“É grátis e sempre será”).

Mas os dois especialistas concordam que os usuários pagam o Facebook com a sua informação pessoal.

E é essa a moeda de troca que torna rentável o bilionário modelo de negócio do gigante das redes sociais.

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Facebook vai informar quem visitou o seu perfil? Não caia nessa

Alguns amigos e clientes nos questionaram sobre um possível novo recurso do Facebook que informaria quem visitou o seu perfil – assim como Orkut fazia. Lembra? Trata-se, no entanto, de um boato falso, que já surgiu outras vezes (e era falso das outras vezes também).

A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil diz desconhecer o assunto. Além disso, a própria rede social alega que rastrear a navegação dos usuários dessa maneira não é possível – e sugere que seus usuários denunciem aplicativos ou extensões que se digam capazes de fazer isso.

Boato antigo

O rumor em questão é antigo e costuma surgir nessa época do ano, como aconteceu em 2012, 2013 e 2014. Em geral, vem acompanhado de supostos prints, todos falsos, que dizem ilustrar como será a mudança (como os abaixo):

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Posts com esse boato geralmente vêm acompanhados também de uma data a partir da qual essa mudança acontecerá. Algumas das datas mais comuns são 12, 16 e 21 de abril. Vale falar novamente: todas as datas são falsas.

A sugestão do Facebook para denunciar aplicativos e extensões que alegam ser capazes de fornecer essa informação é válida. Muitas vezes, esses programas exigem que o usuário compartilhe informações pessoais para funcionar, e depois retornam apenas nomes aleatórios de amigos como se fossem os “maiores stalkers” do perfil. Alguns deles podem ser até mesmo tentativas de phishing (roubo de informações bancárias) ou podem instalar arquivos nocivos no computador do usuário.

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Pesquisadores criam método que acelera carregamento de páginas da web

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, desenvolveu um método que acelera o carregamento de páginas da web em até 34% sem precisar de uma conexão mais rápida. O sistema, batizado de Polaris, ainda está em estágio de testes.

Basicamente, o que o Polaris faz é traçar um mapa de uma página da web antes de fazer o requerimento do servidor. Assim, o sistema consegue montar uma sequência de objetos a serem carregados em ordem, do mais importante ao menos importante, acelerando a navegação.

Ravi Netravali, o pesquisador responsável pelo desenvolvimento do sistema, explica o funcionamento do Polaris em outras palavras. “Um browser leva até 100 milissegundos para cruzar a rede e retornar ao usuário com um ‘pedaço’ de dados. Quantos mais complexas ficam as páginas, mais ‘viagens’ são necessárias para que o navegador traga a página completa.”

Como comparação, Ravi usa o exemplo de um empresário viajando a trabalho. “Quando você visita uma cidade, às vezes descobre que há mais cidades que precisam ser visitadas antes de ir pra casa. Se alguém tivesse te oferecido uma lista com as cidades de antemão, você poderia ter planejado um caminho mais rápido para passar por todas. Sem a lista, você tem que descobrir novas cidades ao longo da viagem, o que resulta em um ‘zigue-zague’ desnecessário entre cidades que estão muito distantes umas das outras”, disse.

O que o Polaris faz, a grosso modo, é justamente oferecer uma lista de informações ao navegador para que ele possa planejar suas “viagens” à rede, retornando com mais dados e de forma mais rápida e eficiente ao usuário. Uma navegação 34% mais rápida pode parecer pouco, mas, segundo um estudo feito pela varejista online Amazon, cada atraso de 100 milissegundos reduz os lucros da empresa em 1%.

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Ideia incrível de aplicativo se torna real e ajuda muitas pessoas

Já pensou em usar o smartphone para auxiliar deficientes visuais? Essa é a proposta do Be My Eyes, um app para iOS que conecta pessoas com visão perfeita a cegos de todo o mundo, de modo a ajudá-los em tarefas cotidianas. Com ele, é possível verificar a validade de uma comida ou remédio, ou saber mais sobre os arredores.

O funcionamento do app é simples, requerendo somente uma conexão à Internet de boa qualidade, seja por Wi-Fi ou 3G/4G. Isso porque a ajuda é feita via videochamada, sempre que uma pessoa cega precisa de auxílio; se você fizer parte da rede de voluntários, uma notificação chega no celular e a conexão é estabelecida, caso aceite a chamada.

A partir daí, basta descrever o que aparece na tela usando sua voz, estabelecendo também um canal de comunicação com alguém que poderá ser um novo amigo. Na prática, o app opera como o Skype, mas com uma série de facilidades de acessibilidade para os deficientes visuais e com um propósito único.

“Minha esperança é de que, ajudando uns aos outros como uma comunidade online, Be My Eyes possa fazer uma grande diferença na vida cotidiana das pessoas cegas em todo o mundo”, explica o criador do projeto, o dinamarquês Hans Jorgen Wiberg.

O Be My Eyes também concede pontos aos usuários por cada pessoa ajudada, criando um ranking que funciona como incentivo.

E você tem uma ideia incrível também? Entre em contato conosco, nós da Navore tornamos realidade.

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Você gosta e entende de um conteúdo específico, saiba como ganhar dinheiro com isso

Você já pensou em ter um blog? Tem idéia do quanto isso é importante, principalmente para seus negócios online?

É justamente sobre isso que quero falar hoje! Neste artigo eu vou te dar 10 motivos para ter o seu blog.

Se já faz tempo que você pensa em criar seu blog mas até agora ainda não fez isso, depois deste artigo você não terá mais desculpas!

10 Motivos Para Ter o Seu Blog

Aqui estão os 10 motivos para você ter o seu blog:

1. Porque é muito fácil: Você não precisa ter qualquer experiência em programação ou webdesign. Basta saber navegar na Internet.

2. Ter a sua presença na Internet: Com um blog você passa a ter o seu endereço na Internet, um local onde as pessoas podem te encontrar.

3. Construir relacionamentos: Você pode interagir com outras pessoas, trocar idéias, se relacionar.

4. Ajudar as pessoas: Ao publicar artigos com dicas, orientações e estratégias para seus leitores.

5. Expressar suas idéias: No seu blog você publica o que você pensa.

6. Conhecer pessoas com os mesmos interesses: Essas pessoas vão acabar encontrando seu blog e interagindo com você.

7. Melhorar sua habilidade de comunicação: Ao criar artigos para o seu blog você acaba se forçando a isso.

8. Trocar experiências com outras pessoas: Ao interagir com os leitores do seu blog.

9. Aprender mais: Ao fazer pesquisas para publicar conteúdos relevantes para o seu blog.

10. Ganhar dinheiro: Seu blog pode ser uma excelente ferramenta de marketing online, especialmente à medida que você conquista mais relacionamentos, credibilidade e autoridade no seu nicho de mercado.

Motivo Extra: Seu Blog é SEU!

Além dos 10 motivos descritos acima, existe um motivo extra que é muito importante: o seu blog É SEU.

Para entender isso melhor, pense no seguinte: quando você não tem um blog, como é que você constroi relacionamento com outras pessoas? Provavelmente por meio de redes sociais como Facebook e YouTube.

Você pode, por exemplo, ter uma página no Facebook com milhares de curtidas (seguidores) ou pode ter um canal no YouTube com muitos inscritos.

Mas você já parou para pensar que pode perder tudo isso num piscar de olhos? É verdade! Se a sua conta for suspensa, por exemplo, ou se o serviço acabar, todo o seu trabalho será perdido.

Isso não acontece com o seu blog, justamente porque ELE É SEU. É o SEU endereço na Internet, o SEU conteúdo.

Esse é mais um motivo muito sério para ter o seu blog.

Saiba como ter um…